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Conselho de Coutinho e tradição levaram Firmino ao Liverpool

'Segunda chance de atuar em um grande clube', diz camisa 11

Estadão Conteúdo

23 de julho de 2015 | 18h10

O atacante Roberto Firmino retornou de férias após a disputa da Copa América e fez nesta quinta-feira seu primeiro treino com o elenco do Liverpool. Na sequência, o jogador concedeu sua primeira entrevista como jogador do tradicional clube inglês e falou sobre as expectativas de vestir a camisa da sua nova equipe.

"Como fã de futebol, assisti muitos jogos do Campeonato Inglês ultimamente. O Liverpool foi minha escolha por causa de sua tradição no futebol. Espero que possa aproveitar essa oportunidade", comentou o jogador da seleção brasileira, titular em algumas partidas da Copa América.

Nascido em Maceió, o atacante deu os primeiros chutes na bola pelo CRB e foi negociado com o Figueirense, em 2008, quando tinha 17 anos. Profissionalizou-se pelo time catarinense, no qual foi um dos líderes da campanha que devolveu a equipe para a primeira divisão em 2010. E, ainda sem ganhar notoriedade no futebol nacional, chamou a atenção do Hoffenheim, no fim do mesmo ano.

Atuou por cinco temporadas no futebol alemão e, depois de ganhar algumas chances na seleção de Dunga, o jogador conseguiu a chance de "atuar pela primeira vez em um grande clube na carreira", conforme disse.

Para tomar a decisão de trocar o futebol alemão, Firmino contou com a ajuda do meia Philippe Coutinho, que está no Liverpool desde 2013. "Ele só falou coisas boas daqui. Espero poder atuar junto com ele e ajudar o time a conseguir muitas vitórias", comentou.

Firmino também acredita que não demorará para se adaptar ao futebol inglês. "O futebol alemão é muito semelhante. Talvez seja um pouco menos pegado. Estou confiante que ficarei muito bem aqui", opinou. "Ouvi dizer que a cidade é maior que Hoffenheim, onde estava acostumado a viver. Acredito que será uma boa experiência para mim. É um mundo diferente. Espero me adaptar e começar a jogar o mais rápido possível."

Por fim, tratou de fazer "uma moral" com os torcedores. "Eles são muito importantes e fazem uma grande diferença para os jogadores. A torcida é nosso 12º jogador. Eles estão sempre atrás do time e nos dão um ânimo extra para correr em campo e ajudar um ao outro", comentou Firmino.


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