Fla não promete título da Mercosul

O Flamengo dá início amanhã a busca de seu terceiro título em 2001. Depois de ganhar o Campeonato Carioca e a Copa dos Campeões, a equipe dirigida por Zagallo estréia na Copa Mercosul, às 14h45, enfrentando o Nacional, do Uruguai, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. O treinador fez um alerta aos brasilienses: que não esperem uma "exibição de gala" do Rubro-Negro. O motivo é simples. O time vai jogar sem vários titulares. Edílson, gripado, não viajou para o Distrito Federal. O zagueiro Juan está servindo a seleção, na Colômbia. Leandro Ávila cumpre suspensão e o lateral-direito Alessandro vai ficar fora por que automedicou-se com um remédio que pode acusar em seu organismo a presença de efedrina, substância proibida pela Comissão de Controle de Dopagem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Por precaução, a diretoria do Flamengo resolveu não o escalar. Alessandro levou um pito dos dirigentes e vai ser substituído por Bruno Carvalho. Outra ausência que certamente vai fazer muita falta ao Rubro-Negro é a de Gamarra, cujo passe foi empretsado por um ano para o AEK, da Grécia. "Não se pode fazer milagre; perdemos por vários motivos a espinha dorsal do time em poucos dias", comentou Zagallo. A esperança de gols do Flamengo está concentrada no potencial de Petkovic e na boa pontaria dos atacantes Adriano e Reinaldo. "A nossa fase, em campo, é de harmonia e alegria, e vamos continuar jogando como profissionais que somos, até por respeito ao torcedor do Flamengo", disse Petkovic, deixando escapar a contrariedade pelo atraso no pagamento de salários no clube.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.