Flamengo agora desiste de demitir o goleiro Bruno

A diretoria do Flamengo optou, após reunião na noite de segunda-feira, por não demitir o goleiro Bruno, que está preso no presídio Nelson Hungria, em Contagem (MG), por suposta participação no desaparecimento de Eliza Samudio.

AE, Agência Estado

20 de julho de 2010 | 11h52

Na reunião, que contou com o vice-presidente geral do clube, Hélio Ferraz, presidentes dos conselhos e até com o ex-vice de futebol, Marcos Braz, ficou decidido que seria arriscado demais para a imagem do clube demitir o goleiro antes do devido desfecho para a investigação do desaparecimento de Eliza.

A decisão contraria a indicação do departamento jurídico do Flamengo, que achava que o momento certo para a demissão por justa causa era agora. A presidente do clube carioca, Patrícia Amorim, que está nos Estados Unidos, corroborou com a ideia de demissão do goleiro. Ela, inclusive, chegou a dar uma entrevista à TV Globo dizendo que os danos causados por Bruno ao Flamengo já justificavam sua saída, independentemente do resultado da investigação.

O goleiro Bruno se entregou à Polinter, no Rio de Janeiro, no dia 7, sob a acusação de envolvimento no desaparecimento de sua ex-amante, Eliza Samudio, com quem teria tido um filho.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolFlamengogoleiroBrunodemissão

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.