Flamengo deve escalar time reserva na Taça Rio

Após a vitória contra o Nacional, pela Libertadores, Joel Santana opta por descansar titulares

Agência Estado

20 de março de 2008 | 20h04

Um dia para descansar a mente e o corpo, além de comemorar. Assim foi a quinta-feira do Flamengo, depois da vitória por 2 a 0 sobre o Nacional (Uruguai), em jogo disputado na noite de quarta, no Maracanã, pela Libertadores. O bom resultado devolveu a tranqüilidade à equipe carioca, que agora lidera o Grupo 4 da competição continental, com sete pontos, contra seis dos uruguaios e do Cienciano (Peru). "Esperávamos uma partida mais dura até. O mais difícil foi a pressão que sofremos durante toda a semana para vencer. Deixou o time nervoso, tenso", admitiu o técnico Joel Santana, que manterá o planejamento de priorizar a Libertadores em detrimento do Campeonato Carioca - mesmo porque, como campeão da Taça Guanabara, o Flamengo já está garantido na final da competição estadual. "Resgatamos aquele espírito do ano passado, de uma equipe guerreira", disse o meia-atacante Marcinho, herói da vitória flamenguista, ao marcar dois gols sobre o Nacional. "Não perdemos aquele brilho." Para o jogo contra a Cabofriense, sábado, pela Taça Rio, Joel Santana deve mandar a campo um time reserva. Talvez alguns titulares precisem jogar, já que o volante Jônatas e o atacante Obina terão de cumprir suspensão pelas expulsões no clássico do último domingo, contra o Botafogo. Obina, por sinal, deverá pegar uma dura pena. Como reincidente por jogada violenta, é provável que ele seja suspenso com a pena máxima de seis jogos de afastamento. Outro em situação complicada é o meia Toró, que foi flagrado pelas câmeras de TV dando um leve chute na cabeça do goleiro Castillo, do Botafogo, em meio à confusão entre jogadores no clássico. Caso seja enquadrado por agressão, ele poderá ser punido com um mínimo de 120 dias de suspensão.

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