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Flamengo joga por sobrevida na Copa do Brasil contra o Náutico

Primeiro jogo, no Maracanã, terminou empatado em 1 a 1

FÁBIO GRELLET, O Estado de S. Paulo

15 de julho de 2015 | 07h34

À beira da zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro, o Flamengo tem nesta quarta-feira um duelo de vida ou morte na Copa do Brasil. Enfrenta o Náutico na Arena Pernambuco, no Recife, a partir das 22 horas, pela rodada de volta da terceira fase, e precisa ganhar ou empatar em pelo menos 2 a 2 para passar às oitavas de final da competição.

O primeiro jogo, no estádio do Maracanã, no Rio, em 27 de maio, terminou empatado em 1 a 1. Como o gol fora de casa tem peso maior, se houver empate em 0 a 0 o Náutico se classificará. Novo empate em 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis.

A derrota para o Corinthians por 3 a 0, em pleno Maracanã, no último domingo, fez o time rubro-negro cair duas posições na tabela de classificação do Brasileirão. O clube está em 15.º lugar, com 13 pontos, mesmo número de pontos do primeiro na zona do rebaixamento, o Santos, que ocupa a 17ª posição.

O treino desta terça-feira, o último antes da viagem para Recife, foi praticamente todo fechado para a imprensa. Neste período houve treino tático e de pênaltis. O lateral-esquerdo colombiano Armero chegou com 33 minutos de atraso, mas aparentemente não será punido - chegou a treinar pênaltis com o resto do grupo.

Após o treino, o atacante Emerson defendeu o técnico Cristóvão Bastos, que havia sido criticado na última segunda-feira pelo ex-craque Zico.

"Ele (Zico) entende de futebol, sim, mas o dia-a-dia é com o Cristóvão. Ele sim trabalha e conhece as características individuais de cada um e sabe a melhor maneira de trabalhar isso. (Zico) tem o respeito, é um cara que conhece de futebol, principalmente do clube. Talvez (saiba) mais do que qualquer um de nós. Mas hoje é o Cristóvão que está aqui. Ele trabalha sério, com igualdade em relação a todos e é um cara extremamente honesto. Procura fazer sempre o melhor. Se tem um erro, com certeza esse erro não é individual, é coletivo. Então, não dá para culpar uma única só pessoa. Quando se vence, não é o Cristóvão que vence sozinho", afirmou o atacante.

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