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Flamengo tenta vencer Athletico-PR para dar resposta a críticas e protestos

Rubro-negro viu protestos da torcida e ironia de diretor contra fãs por futebol abaixo do esperado no ano

Redação, Estadão Conteúdo

26 de maio de 2019 | 13h07

Dar resposta a críticas e protestos da torcida virou praticamente rotina no Flamengo. Neste domingo, o time rubro-negro entrará em campo mais uma vez com o objetivo de vencer para aliviar a pressão em cima do estrelado elenco, que enfrenta o Athletico-PR, às 16 horas, no Maracanã, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

A torcida está insatisfeita com os resultados, o desempenho em campo e, também, a postura da diretoria. Na semana anterior à partida, a situação piorou ainda mais depois que Cacau Cotta, diretor de relações institucionais do clube, ironizou uma pichação no muro da Gávea dizendo que "do jeito que foi escrito, Mickey todo certinho, não foi a torcida. Aquilo é político". Os torcedores se revoltaram e voltaram a pichar a sede do clube.

Uma da frases do protesto trazia a palavra "Mickey" para ironizar a nota oficial que o clube emitiu no início do mês exaltando a conquista da Flórida Cup, torneio amistoso disputado em janeiro, nos Estados Unidos. Também houve protesto contra o técnico Abel Braga e o diretor Luiz Alberto Baptista.

Todo esse cenário se desenhou porque, neste ano, o Flamengo ainda não conseguiu deslanchar. Oscila demais na temporada e, além de acumular alguns tropeços, não joga um bom futebol, salvo alguns poucos jogos. No Brasileirão, a equipe carioca soma sete pontos, longe dos líderes. Além disso, os comandados de Abel Braga ainda não venceram fora de casa. No último confronto, foram derrotados pelo Atlético-MG em Belo Horizonte por 2 a 1.

"Temos que absorver e saber o que temos feito, o caminho que estamos tomando. Ver o que pode acrescentar das críticas e o que não é verdade. Temos um jogo importante para vencer diante da nossa torcida", afirmou Everton Ribeiro.

Abel Braga mudará a equipe por desfalque e, também, por opção técnica. Na zaga, entra para fazer parceira com Rodrigo Caio o jovem Matheus Thuler, de 20 anos, no lugar de Léo Duarte, que, com febre, não participou dos treinamentos durante a semana.

A outra provável mudança do treinador é a escolha por Diego no lugar do uruguaio Arrascaeta. Diego vinha sendo reserva nas últimas partidas, com exceção dos jogos em que os principais jogadores foram preservados. Seu último jogo como titular na equipe principal havia sido a final do Campeonato Carioca diante do Vasco.

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