Flu quer começar Taça Rio 'com tudo' e vencer Cabofriense

'Temos a obrigação de vencer o segundo turno', admitiu o técnico do time tricolor, Renato Gaúcho

Leonardo Maia, Agência Estado

29 de fevereiro de 2008 | 19h53

No planejamento do início do ano, o Fluminense ganhava a Taça Guanabara, garantia classificação para as finais do Campeonato Carioca e podia se dedicar exclusivamente à Taça Libertadores. Infelizmente para os torcedores, o título do primeiro turno ficou com o Flamengo e agora comissão técnica e jogadores vivem o dilema de equilibrar o interesse pela Taça Rio e pela competição continental. O clube estréia no returno do estadual neste sábado, às 18h10, contra a Cabofriense, no Maracanã. Apesar de ter compromisso pela Libertadores na próxima quarta-feira, contra o Arsenal (ARG), o Fluminense deve ir com força máxima, à exceção do zagueiro Thiago Silva (suspenso) e do atacante Leandro Amaral, em litígio com o Vasco. Primeiro porque a partida será no Rio, segundo porque o time não joga há mais de uma semana. Além disso, Renato Gaúcho precisa testar a nova formação, com apenas dois atacantes (Dodô e Washington) e dois meias de ligação (Thiago Neves e Conca). "Temos a obrigação de vencer o segundo turno, e os outros clubes também estarão lutando para poderem chegar à final. Já conversei com os jogadores e lembrei que não dá mais para cochilar, senão estamos fora", disse Renato, que lamenta as ausências. "O Leandro é um grande jogador, fará falta. Espero que sua situação já esteja resolvida na semana que vem." Porta-voz das mensagens de Renato entre os jogadores, o zagueiro Luiz Alberto também quer ver dedicação máxima ao estadual, mesmo com o clube às voltas com a Libertadores. "Os jogadores sentiram muito a perda da Taça Guanabara. No segundo turno, será diferente. Não podemos deixar escapar a última chance para chegar à final do Carioca." Para Luiz Alberto, o segredo será não perder pontos para os times de pequeno investimento, já que na Taça Rio cada time fará dois clássicos. "Ao perder ponto para os pequenos, aumentamos a pressão por vitórias contra os grandes, o que é perigoso. Temos que começar com tudo."

Tudo o que sabemos sobre:
FluminenseEstadual do Rio

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.