Flu terá quarteto ofensivo no Sul

O técnico Abel Braga considera oInternacional o melhor time do País, mas não abre mão de armar oFluminense no ataque. O quarteto formado por Felipe, recuperadode contusão, Petkovic, Leandro e Tuta, lhe dá a certeza de boaexibição e de gols, mesmo enfrentando o time gaúcho, líder doCampeonato Brasileiro, no estádio Beira-Rio. A um ponto do rival o Tricolor classifica o jogo deste domingo, às 16 horas, comouma decisão. Precisa vencer e torcer por um tropeço doCorinthians para retomar o primeiro lugar. Há um equilíbrio entre Fluminense e Internacional. As duasequipes não perdem há oito rodadas ? o Tricolor das Laranjeirasobteve quatro empates e quatro vitórias, enquanto o adversário,seis triunfos e dois empates. Além disso, os dois times são osúnicos que não trocaram de treinador nesta temporada. Abel Braga, porém, rechaça qualquer insinuação de que essapartida seja a decisão antecipada do Brasileiro. "Não, de formaalguma. Não é a partida de domingo que vai decidir a competição.Tanto é que até o momento o Fluminense não perdeu nenhumclássico no Rio, em Belo Horizonte, em São Paulo ou noParaná". O treinador acha que só restam duas pedreiras para oFluminense no Brasileiro: o Internacional e o Palmeiras. Mas,rapidamente, lembra que a equipe tem perdido pontos paraadversários distantes do topo da tabela. "O caminho até otítulo não é fácil". Abel Braga não teve problemas para escalar a equipe. A únicaausência é a do volante Preto Casagrande, machucado. Aconcorrência para substituí-lo é grande: Milton do Ó, MarcosAurélio e Radamés lutam pela vaga. A tendência é que MarcosAurélio seja escolhido por ser o melhor nas jogadas aéreas, umadas armas do Internacional. Sobre a presença dos meias Petkovic e Felipe, Abel Braga vê osdois lados da moeda: perde em marcação, mas ganha emcriatividade. Ele prefere correr riscos a ser derrotado porexcesso de cautela. "Felipe e Petkovic podem decidir o jogo emapenas um lance. São craques. Mas claro que eles vão ajudar nocombate". Felipe, porém, não deve atuar os 90 minutos. Ele ainda sentedores musculares, mas garante que estará em campo desde o iníciodo jogo. "Não sou jogador de banco de reserva".

Agencia Estado,

02 de outubro de 2005 | 10h26

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