Fluminense encara o Caracas por uma vaga nas oitavas

O Fluminense precisa de um ponto para avançar às oitavas de final da Copa Libertadores. O adversário, o venezuelano Caracas, jamais venceu jogando no Brasil, com seis derrotas em sete jogos. Mas a tranquilidade passará longe do estádio de São Januário, no Rio de Janeiro, local da partida desta quinta-feira, às 22 horas, pela última rodada do Grupo 8.

LEONARDO MAIA, Agência Estado

18 de abril de 2013 | 08h44

O clube tricolor joga pressionado pelo amplo favoritismo e pela derrota por 3 a 1 para o rival Flamengo, no último domingo. Além disso, o técnico Abel Braga carece de vários nomes importantes, todos lesionados, entre eles o artilheiro Fred e os meias Deco e Thiago Neves.

A situação está longe de ser confortável, apesar da liderança do Grupo 8, com oito pontos. Grêmio e Huachipato (que jogam no mesmo horário no Chile) somam sete pontos. E o Caracas tem seis. Uma derrota para os venezuelanos representaria uma saída precoce do torneio continental. Algo impensável nas Laranjeiras, que ambiciona conquistar seu primeiro título da competição.

"É de fato uma final. Agora o ano começou. Vamos ter uma sequência de decisões pela frente e a primeira delas é diante do Caracas. A classificação nos dará motivação também para a sequência do Carioca", comentou o volante Jean, que deverá ter mais liberdade para avançar no jogo desta quinta, como forma de minimizar a ausências dos experientes armadores machucados.

Um dado negativo contra os tricolores, o fato de não terem vencido ainda como mandantes nesta Libertadores. Derrota para o Grêmio e empate contra o Huachipato, no Engenhão. Mas a partida desta quinta será no campo do Vasco. E Abel Braga acha que a mudança pode trazer algo de positivo. "Acho que por estarmos (em localização mais central) da cidade o público será maior. São Januário é uma boa opção. O apoio é fundamental ainda mais em uma partida complicada e decisiva", disse o técnico.

No treino apronto desta quarta, Abel Braga escalou o ataque com Rhayner, Wellington Nem e Rafael Sóbis. No meio de campo, Jean e Wagner vão trabalhar na armação, com Edinho dedicado à marcação.

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