Fluminense minimiza pichação e críticas da torcida

A diretoria do Fluminense minimizou os protestos de torcedores que picharam os muros da sede do clube, nas Laranjeiras, pedindo a saída do técnico Abel Braga e criticando a "falta de planejamento" do futebol para 2013. A manifestação foi feita provavelmente na madrugada desta terça-feira e veio no rastro de três derrotas seguidas do Fluminense no Campeonato Brasileiro.

AE, Agência Estado

16 de julho de 2013 | 20h05

O time ocupa a 10ª posição na tabela e especulações de que Abel Braga já teria acertado sua ida para o Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos, deixaram o ambiente no clube mais pesado.

Abel, no entanto, já desmentiu que esteja negociando sua saída do clube. Entre as frases escritas com spray nos muros constavam algumas como "fora Abel" e "time sem sangue". Logo pela manhã, funcionários do Fluminense pintaram o local que foi pichado.

TREINO - À tarde, nas Laranjeiras, Abel reuniu os atletas para uma conversa que durou cerca de 20 minutos. Falou sobre a necessidade de o time reagir para que novos protestos sejam evitados. O próximo jogo do Flu é com o Vasco, domingo, às 18h30, no Maracanã.

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