Fluminense tenta pensar na LDU e esquecer o Botafogo

Renato Gaúcho quer os jogadores concentrados para terminar em primeiro lugar no grupo da Libertadores

Leonardo Maia, Agência Estado

15 de abril de 2008 | 19h18

Por mais insistentes que sejam as perguntas, o Fluminense procura não colocar a carroça na frente dos bois. Jogadores e comissão técnica se manifestam apenas sobre o duelo contra a LDU, pela Libertadores, quinta-feira, no Maracanã, e evitam falar do Botafogo, adversário na decisão da Taça Rio, domingo. Apesar de já estar classificado para a fase eliminatória do torneio sul-americano, o Fluminense ainda pode ficar com o primeiro posto entre todos os clubes, o que lhe daria vantagem de fazer os jogos decisivos em casa até a final. "Às vezes, a situação é que determina quando é vantagem fazer o segundo jogo em casa", analisa o zagueiro Luiz Alberto. "Mas eu prefiro sempre decidir em casa, com o apoio da torcida". Por isso, o técnico Renato Gaúcho já antecipou que irá com a força máxima disponível, que no caso poderá ser o mesmo time que foi derrotado pelo Arsenal (2 a 0), na Argentina, sem um atacante fixo. "Se for prejudicar a recuperação do Washington para domingo (na decisão da Taça Rio contra o Botafogo), ele não joga", diz Renato em referência ao centroavante, que tem dores no tornozelo. "No mais, não vou poupar. Só espero que ninguém se machuque". Assim, mais uma vez Cícero, volante de formação, seria novamente utilizado com atacante fixo. Para o "curinga", ninguém conseguirá puxar o freio de mão para evitar contusões. "Durante a partida, não existe de se segurar. Não dá. Você se esforça o máximo e depois tenta se recuperar da melhor forma", comentou Cícero.

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