Fluminense tenta reagir contra o Coritiba para voltar ao G6 do Brasileirão

Tricolor carioca perdeu as três últimas partidas por 2 a 1

Thiago Rabelo, especial para o Estado, Estadão Conteúdo

23 Outubro 2016 | 09h20

Após três derrotas consecutivas, o Fluminense busca reação contra o Coritiba, neste domingo, às 18h30, no estádio Couto Pereira, em Curitiba. Após ter entrado no G6 e vislumbrado a possibilidade terminar o Campeonato Brasileiro na terceira posição, o time tricolor tem despencado na tabela de classificação e precisa vencer para não se desgarrar do grupo de classificação para a Copa Libertadores nesta 32.ª rodada.

Com 46 pontos, o Fluminense está atrás de Atlético Paranaense, Corinthians e Grêmio, equipes que também estão na briga pela sexta colocação, enquanto que o Botafogo, com 53, já abriu boa distância para os concorrentes. Na parte inferior da tabela de classificação, o Coritiba é o 15.º colocado, com 37 pontos, e pode terminar a rodada na zona do rebaixamento, caso Internacional e Vitória vençam na rodada.

Além de se recuperar das três derrotas, o Fluminense também tenta esquecer o clássico contra o Flamengo. O imbróglio judicial tem se arrastado no tribunal, com desgastes para o clube no dia-a-dia. Após ter anulado o jogo disputado em Volta Redonda (RJ), o próprio STJD voltou atrás e validou a partida novamente.

Vilão na derrota para o São Paulo, em confusão com o meia Marquinho, o zagueiro Gum tem sido criticado pela torcida e chegou a treinar no time reserva durante a semana. Porém, o substituto Renato Chaves teve uma fratura no tornozelo e não atua mais na temporada. Assim, Gum segue como titular ao lado de Henrique.

No gol, Diego Cavalieri ainda não foi liberado para os jogos, com a permanência de Júlio César no time. Na lateral esquerda, William Matheus sofreu uma lesão na coxa esquerda e será substituído por Giovanni. Para completar a lista de problemas, o volante Pierre está com dores na coxa e é dúvida. Caso ele não se recupere, Douglas inicia a partida.

Com gol marcado nos últimos oito jogos, o ataque será mantido com Marcos Júnior, Wellington e Richarlison. O meio de campo mais ofensivo, com apenas um volante, também será repetido, com Cícero mais recuado para que Gustavo Scarpa atue com mais liberdade.

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