Wilton Junior/Estadão
Wilton Junior/Estadão

'Foguetinho' de Tite, Willian festeja atuação: 'Lutamos 90 minutos'

Após ser bastante criticado, meia fez ótimo jogo na vitória sobre o México por 2 a 0

Ciro Campos e Marcio Dolzan, enviados especiais / Samara, O Estado de S.Paulo

02 Julho 2018 | 13h34

Willian exaltou o espírito de luta da seleção brasileira e comemorou a boa atuação dele e da equipe na vitória por 2 a 0 sobre o México, nesta segunda-feira, em Samara, pelas oitavas de final. O meia participou do gol que abriu o placar ao receber passe de calcanhar de Neymar, invadir a área e tocar de volta para o atacante finalizar de carrinho.

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"Lutamos os 90 minutos. O time brigou, jogou muito bem. Soube jogar com a bola e sem. Copa do Mundo é isso, tem de brigar até o final, os 90 ou 95 minutos. Time todo está de parabéns", receitou o meio-campista logo após a partida, em entrevista ainda no gramado, à TV Globo. Ao ouvir o apelido de "foguetinho", dado pelo técnico Tite, Willian sorriu.

"Fico feliz pelo apelido carinhoso. Mais importante é o time vencer. Estou feliz pela vitória e atuação de toda a equipe", comentou o meio-campista após o jogo realizado em Samara, polo da indústria aeroespacial da Rússia.

O jogador também elogiou a partida feita pela seleção mexicana. "Enfrentamos uma equipe difícil, a equipe do México joga com intensidade muito alta. Sabíamos das dificuldades. Entramos no jogo já sabendo o que tínhamos que fazer", disse.

Willian ainda aproveitou o momento para explicar a comemoração brasileira no primeiro gol, que chegou a ser confundida com uma alusão ao seria mexicano "Chaves". "A comemoração aí é do Counter Strike (um jogo eletrônico). Não tem nada a ver com o Chaves. O pessoal acabou colocando como se fosse do Chaves, mas não tem nada a ver"

 

Autor do segundo gol brasileiro, Firmino foi outro a comemorar o resultado. "Muito feliz pela vitória, pelo empenho e por toda equipe. Apresentamos futebol incrível, de garra e luta. Continuar nessa crescente. O primeiro tempo foi meio apertado. No segundo, fizemos um gol, eles tiveram de sair e pudemos matar o jogo no contra-ataque", analisou o atacante, que saiu do banco de reservas e entrou em três partidas do Brasil neste Mundial.

"Quero estar sempre jogando para ajudar a seleção do jeito que a seleção optar. Vou dar meu melhor quando entrar, pode ser até junto do Gabriel (Jesus)", disse Firmino, que citou o centroavante titular do Brasil, com quem terminou a partida contra o México jogando junto.

 

 

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