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'Fomos prejudicados', diz presidente do Boca Juniors sobre queda na Libertadores

'Fomos prejudicados', diz presidente do Boca Juniors sobre queda na Libertadores

Time argentino foi eliminado nos pênaltis pelo Atlético Mineiro

Redação, Estadão Conteúdo

21 de julho de 2021 | 16h44

O Boca Juniors se pronunciou nesta quarta-feira, através de seu presidente Jorge Ameal, acerca da confusão ocorrida após o confronto com o Atlético-MG, na terça, pelas oitavas de final da Copa Libertadores, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. De acordo com nota divulgada pelo dirigente, a partida marca "um acontecimento sem precedentes, por ser o único caso onde ganhando duas partidas de uma série, um clube é eliminado da competição".

A partida, que foi o jogo de volta após um primeiro empate por 0 a 0, foi decidida nos pênaltis, após a anulação do gol marcado pela equipe argentina. Com decisão de 3 a 1 nas penalidades máximas, o Boca Juniors foi eliminado da competição. A polêmica gira em torno da anulação de dois gols do time de Buenos Aires - um no jogo de ida e outro no de volta.

Com o resultado, os jogadores, membros da comissão técnica e dirigentes passaram a depredar o estádio, chegando até mesmo a arrancar e atirar contra os seguranças um bebedouro preso ao chão. Ainda, integrantes da delegação do time argentino foram até o vestiário dos árbitros e derrubaram grades de proteção, causando destruição no local.

Os responsáveis foram encaminhados até a Central de Flagrantes 4 (CEFLAN 4), em Belo Horizonte, onde permaneceram por 12 horas. Os integrantes do clube foram liberados na primeira ocorrência, acerca do dano ao patrimônio, após o pagamento de fiança. Já na segunda ocorrência registrada, com foco na lesão corporal e desacato, houve assinatura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), com compromisso de comparecimento em audiência no Juizado Especial Criminal.

Sobre este episódio, Jorge Ameal se limitou a culpar o presidente do Atlético-MG, Sérgio Coelho, afirmando que "a principal autoridade do Clube Atlético Mineiro agiu com expressões violentas e ameaçadoras por vários dias". Ainda, o mandatário do Boca Juniors disse: "Os lamentáveis fatos em que nossos jogadores, treinadores e dirigentes foram fisicamente afetados".

O dirigente não fez nenhuma menção a danos ao estádio, nem demais agressões que foram atribuídas aos membros da delegação. "Mais uma vez fomos prejudicados por decisões que pouco têm a ver com o esporte e muito com a gestão arbitrária de uma competição que não o merece", concluiu Jorge Ameal.

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