Fora, Corinthians quer reagir contra a Ponte Preta

"Estamos há quatro jogos sem vencer e viemos de duas derrotas, não podemos fugir da nossa responsabilidade". Tite sintetizou bem o momento do Corinthians no Campeonato Brasileiro. O jogo contra a Ponte Preta, nesta quarta-feira, às 21h50, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, pela 22.ª rodada, virou uma decisão, ainda que o treinador não tenha usado essa expressão em sua análise para explicar como um time considerado favorito na competição virou, até aqui, um coadjuvante.

VÍTOR MARQUES, Agência Estado

18 de setembro de 2013 | 08h53

"Estamos abaixo do que queríamos, não vou usar adjetivos (para classificar a campanha), mas estamos abaixo devido a uma série de problemas que tivemos", disse Tite. Entre eles estão a contusão de vários jogadores. As mais novas baixas são os laterais: Alessandro e Fábio Santos estão fora.

Tite fez um certo mistério para confirmar quem joga na lateral direita, mas a própria entrevista do treinador dá a entender que será Edenílson. Isso porque ele confirmou a entrada do veterano Maldonado. Ibson, criticado pela torcida, está barrado do time. "Eu não protejo ninguém. O Maldonado tem bom passe e libera os laterais. E posso dar uma sequência a ele, que foi bem contra o Botafogo", afirmou.

Mesmo depois da atuação pavorosa do ataque na partida contra o Goiás, Tite deu outra chance ao trio ofensivo Alexandre Pato, Guerrero e Romarinho. O meia Douglas, em alta com o treinador, continua no time como principal armador.

Uma leitura dessa equipe é que o time vai jogar com dois primeiros volantes: Ralf e Maldonado. A diferença é que o chileno terá liberdade para sair um pouco mais. E a entrada dele deve deixar Douglas menos sobrecarregado na marcação. O grande problema é que esse trio de meio de meio de campo não teve tempo para treinar junto por causa da sequência de jogos. Nesta terça não houve treino tático e os titulares somente correram no campo.

Tite está blindado pelo presidente Mário Gobbi, que por ora nem cogita a troca de comando por causa dos resultados ruins e da possibilidade de o time ficar fora da Copa Libertadores de 2014. Mas o técnico sabe que novos tropeços podem atrapalhar seu trabalho.

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