Ivan Storti/ Santos FC
Ivan Storti/ Santos FC

Fora da lista de Tite, atacante Marinho exalta o Santos: ‘Já jogo em uma seleção’

Jogador minimiza o fato de não ter sido chamado pelo treinador da seleção brasileira

Redação, Estadão Conteúdo

25 de novembro de 2020 | 09h06

Na mais recente Data Fifa, Tite precisou alterar a convocação da seleção brasileira várias vezes em decorrência de lesões e casos de coronavírus. Por conta disso, foram chamados pelo treinador jogadores que atuam no futebol nacional. Foi o caso de Weverton, Guilherme Arana, Éverton Ribeiro e Thiago Galhardo - Rodrigo Caio, Gabriel Menino e Pedro, também foram convocados, mas precisaram ser cortados. Todos esses nomes possuem trajetórias consolidadas por seus clubes no Brasil ou vêm se destacando nesta temporada. Mas um nome que tem brilhado em 2020 pelos campos nacionais ainda não recebeu uma oportunidade de Tite: Marinho.

O atacante está no Santos desse 2019, mas, neste ano, tem chamado a atenção por grandes atuações e já é idolatrado por grande parte da torcida alvinegra. Na terça-feira, após vencer a LDU por 2 a 1, pelas oitavas de final da Libertadores, Marinho deu uma declaração sobre a seleção brasileira que certamente vai ampliar a sua identificação com os santistas.

"Eu já jogo numa seleção, que é o Santos, do Pelé, do Neymar. Eu fico muito feliz de poder desempenhar um grande trabalho. Todo jogador almeja a seleção. Agora é descansar e manter o foco. Temos um grande jogo depois na volta. Futebol é trabalho e vamos continuar trabalhando", afirmou.

Marinho foi decisivo para o resultado favorável em Quito. O atacante marcou o segundo gol do time. Converteu uma cobrança de pênalti que ele mesmo havia sofrido, após ótima jogada individual. Assim, chegou aos 18 gols em 28 jogos pelo clube nesta temporada.

Com o resultado, o Santos pode perder por 1 a 0 na próxima terça-feira, na Vila Belmiro, para avançar às quartas de final da Libertadores. Marinho pediu pés no chão aos companheiros para evitar uma surpresa no duelo de volta. O atacante ainda explicou que Marcelo Fernandes, interino à frente do time no Equador, orientou o time a jogar pela vitória.

"Independentemente de altitude, viríamos aqui para vencer. Sabemos que a LDU é muito forte quando joga aqui, mas também sabemos do nosso potencial. Foi um grande jogo. E tivemos a felicidade de um grande trabalho. Temos de manter os pés no chão e trabalhar forte, porque lá no Brasil vai ser um jogo difícil, também", comentou.

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