Benoit Tessier/Reuters
Benoit Tessier/Reuters

Fornecedora de material esportivo pode ajudar Real Madrid na compra de Neymar, diz jornal

Nike estaria disposta a ajudar no pagamento de multa de 400 milhões de euros (R$ 1,6 bilhão) para tirar o atacante brasileiro do PSG

O Estado de S.Paulo

13 Março 2018 | 11h31

O Real Madrid pode contar com uma poderosa ajuda para pagar a multa de 400 milhões de euros (R$ 1,6 bilhão) e tirar Neymar do Paris Saint-Germain. Segundo informações do jornal espanhol As, a fornecedora de material esportivo Nike 'ajudaria' na aquisição do atacante brasileiro para conseguir fechar acordo de patrocínio com a equipe espanhola, que hoje tem vínculo com a Adidas.

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Segundo a publicação, o Real Madrid recebe 40 milhões de euros (R$ 160 milhões) anuais da Adidas. Porém, o contrato assinado em 2012 está muito abaixo dos valores pagos aos grandes clubes europeus. Para efeito de comparação, a Nike fechou recentemente com o Chelsea por 60 milhões de libras (R$ 234 milhões) por ano.

 

Para não perder um de seus principais parceiros, a Adidas já se movimentou. Números vazados no Football Leaks mostram que a gigante alemã fez uma proposta de 1 bilhão de euros (R$ 4 bilhões) por um vínculo válido por 10 anos - que renderia R$ 400 milhões anuais ao clube de Madri entre 2015 a 2024. Porém, não houve acordo.

Para a Nike, além de conseguir 'fisgar' um dos maiores clubes do mundo, o negócio também reuniria dois de seus principais garotos propaganda no mesmo time: Neymar e Cristiano Ronaldo.

Para garantir que Neymar não deixe o PSG após apenas uma temporada, dirigentes do clube francês vieram ao Brasil só para acompanhar o processo de recuperação do melhor jogador do time de uma lesão no quinto metatarso do pé direito. Em seu perfil oficial no Instagram, o pai de Neymar publicou uma foto para registrar o momento. 'Visita do dia ao Neymar. Obrigado PSG', escreveu em sua conta.

 

 

Visita do dia ao @neymarjr ! Thanks @psg

Uma publicação compartilhada por Neymar Pai (@neymarpai_) em

O catari Nasser Al-Klelaif, dono do PSG, foi um dos que confirmou presença na mansão do jogador em Mangaratiba. Antero Henrique, diretor esportivo da equipe, também estava no local.

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