Ed Ferreira/Estadão
Ed Ferreira/Estadão

FPF proíbe mais um corintiano que brigou em Brasília de entrar em estádios

Cleuter Barreto Barros, um dos presos em Oruro, foi flagrado em confusão no Mané Garrincha

RAPHAEL RAMOS, O Estado de S. Paulo

28 de agosto de 2013 | 17h02

SÃO PAULO - Após o Estado publicar nesta quarta-feira que Cleuter Barreto Barros participou da briga com torcedores do Vasco no último domingo, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, baixou uma resolução que proíbe a entrada de Barros nos estádios do Estado durante 90 dias. Cleuter é sócio da Gaviões da Fiel e foi um dos 12 corintianos que estiveram presos na Bolívia acusados pela morte do jovem Kevin Espada - todos acabaram soltos por falta de provas.

A resolução entra em vigor a partir desta quarta-feira. Ou seja, Barros não poderá ir ao Pacaembu acompanhar a partida entre Corinthians e Luverdense, pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

A Federação Paulista de Futebol já comunicou a Polícia Militar, a CBF e o Ministério Público de São Paulo para fiscalização e cumprimento da Resolução. Fotos feitas pelo Estado mostram Barros enfrentando policiais militares e vascaínos. Ele é atingido por spray de pimenta troca socos e pontapés. Barros pode ser enquadrado no artigo 41 do Estatuto do Torcedor, que prevê a exclusão dos estádios por até três anos de quem "promover tumulto, praticar ou incitar a violência, ou invadir local restrito aos competidores em eventos esportivos".

Na terça-feira, a Federação já havia proibido de entrar nos estádios de São Paulo por 90 dias os torcedores Leandro Silva de Oliveira e Raimundo César Faustino, também identificados participando da briga generalizada com torcedores do Vasco, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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