Futebol, sonho, farsa e abuso

Em 15 de dezembro do ano passado, 16 garotos - apenas quatro com mais de 18 anos - tomaram um ônibus em Belém, com destino a Campinas. Vinham acompanhados de Gilvandro de Souza Barbosa, empresário que prometia transformar em realidade o sonho de jogar futebol. Garantia testes e colocações em clubes como Ponte Preta e Guarani. Hoje, os garotos estão alojados na Casa Paroquial da Igreja Santo Antônio e Gilvandro é mais um dos presos do Centro de Detenção de Hortolândia, acusado pelos "futuros jogadores" de maus tratos e assédio sexual.Leia a íntegra no JT

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