Clayton de Souza|Estadão
Clayton de Souza|Estadão

Futebol tem outros casos de jogadores que também são 'cartolas'

Rivaldo foi meia e presidiu clube, Verón foi dirigente na Argentina

Ciro Campos, O Estado de S.Paulo

09 de abril de 2016 | 17h00

A jornada dupla de Fábio Júnior como jogador e dirigente é um exemplo raro no futebol, principalmente no Brasil. Em clubes de primeiro escalão no futebol estadual, geralmente quem é atleta não precisa se encarregar de funções extracampo. Antes do atacante desempenhar esse papel, o meia Rivaldo teve longa permanência como presidente do Mogi Mirim. O pentacampeão na Copa de 2002 assumiu o cargo no fim de 2008.

Anos depois, em 2011, se licenciou da presidência para jogar no São Paulo, mas entre 2014 e 2015, defendeu o próprio Mogi Mirim enquanto era presidente. Em uma das ocasiões atuou até mesmo ao lado do filho em uma partida da Série B. 

Fora do Brasil, o caso mais recente e emblemático foi com o argentino Juan Sebastian Verón. O meia voltou ao Estudiantes La Plata para encerrar a carreira, chegou a se aposentar, mas voltou atrás e disputou alguns jogos enquanto ocupava o cargo de diretor esportivo do clube.

O futebol inglês teve na história vários exemplos de jogadores que atuaram como treinadores das equipes, como Ruud Gullit, no Chelsea, e anos atrás, Ryan Giggs no Manchester United. Entre os brasileiros, Romário e Roberto Carlos ocuparam a função interinamente.

A jornada dupla de Fábio Júnior como jogador e dirigente é um exemplo raro no futebol, principalmente no Brasil. Em clubes de primeiro escalão no futebol estadual, geralmente quem é atleta não precisa se encarregar de funções extracampo. Antes do atacante desempenhar esse papel, o meia Rivaldo teve longa permanência como presidente do Mogi Mirim. O pentacampeão na Copa de 2002 assumiu o cargo no fim de 2008.

Anos depois, em 2011, se licenciou da presidência para jogar no São Paulo, mas entre 2014 e 2015, defendeu o próprio Mogi Mirim enquanto era presidente. Em uma das ocasiões atuou até mesmo ao lado do filho em uma partida da Série B.

Fora do Brasil, o caso mais recente e emblemático foi com o argentino Juan Sebastian Verón. O meia voltou ao Estudiantes La Plata para encerrar a carreira, chegou a se aposentar, mas voltou atrás e disputou alguns jogos enquanto ocupava o cargo de diretor esportivo do clube.

O futebol inglês teve na história vários exemplos de jogadores que atuaram como treinadores das equipes, como Ruud Gullit, no Chelsea, e anos atrás, Ryan Giggs no Manchester United. Entre os brasileiros, Romário e Roberto Carlos ocuparam a função interinamente.

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