Gabriel espera fazer mais e aceita ser curinga santista

O Santos aplicou goleadas sobre Mogi Mirim (5 a 2) e Oeste (4 a 1) nas duas últimas rodadas do Campeonato Paulista, mas o atacante Gabriel não contribuiu com gols nessas partidas. O jovem, de apenas 17 anos, lamentou o pequeno jejum e disse que espera fazer muito mais pelo time.

SANCHES FILHO, Agência Estado

12 de março de 2014 | 14h25

"Claro que um atacante sempre quer fazer gols e quando não sai, saímos tristes. Joguei em uma posição diferente, marcando o lateral, pedi desculpas porque posso dar muito mais, mas o mais importante é a vitória do time. Fiquei contente porque o Santos está vencendo e é isso que importa", disse.

Gabriel participou de 12 das 13 partidas do Santos no Campeonato Paulista desempenhando funções diferentes. O atacante já foi centroavante, o principal responsável pela armação das jogadas e também atuou mais aberto pelos lados. O jovem garantiu que não se incomoda em realizar funções diferentes e aceita ser o "curinga" do setor ofensivo do time dirigido pelo técnico Oswaldo de Oliveira.

"O Oswaldo já me utilizou em várias posições e não importa onde eu jogar. Venho treinando bastante e estou aqui para ajudar o time. O Santos está vencendo e é isso que importa. Espero que a gente possa ir assim até o título", afirmou.

Dono do melhor ataque do Campeonato Paulista, com 34 gols, o Santos tem uma divisão democrática dos gols, tanto que quatro jogadores - Gabriel, Cícero, Thiago Ribeiro e Geuvânio - dividem a artilharia do time, com cinco cada. Para Gabriel, isso é resultado da união do elenco. "Aqui não tem vaidade de chegar na cara do gol e ajudar o companheiro para ser artilheiro. Independente de quem fazer o gol o importante é a nossa vitória", comentou.

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