Ricardo Duarte / S.C. Internacional
Ricardo Duarte / S.C. Internacional

Galhardo responde provocação de Gabigol: 'Obrigado por lembrarem de mim num dia tão especial'

Após o título do Flamengo, atacante rubro-negro falou para jogador do Inter 'cheirar' a medalha

Redação, O Estado de S.Paulo

28 de fevereiro de 2021 | 15h36

O atacante Thiago Galhardo, do Internacional, não deixou barato a provocação de Gabigol, do Flamengo, após a conquista do título brasileiro pelo time carioca. Depois da confirmação da conquista rubro-negra, Gabigol zombou de Galhardo em uma live de Willian Arão por conta de uma suposta brincadeira com o 'cheirinho' feita pelo jogador colorado anteriormente.

"Seu Galhardo, seu moleque! Você tem que respeitar, garoto. Olha aqui pra você, ó. Cheira aqui, garoto (mostrando a medalha). Seu moleque! Não foi campeão e não foi artilheiro", disse Gabigol.

Galhardo respondeu ao participar do evento 'Reis e rainhas do drible', da Rede Globo. "Foi uma situação triste que vivemos, vestiário triste, o título escapou das nossas mãos. Fico muito feliz por ter sido lembrado por essa provocação porque se eu ganho o título brasileiro, pela importância, eu não me preocuparia com ninguém", afirmou para a emissora de televisão.

Após a vitória do Inter sobre o Grêmio na 32º rodada, Galhardo esfregou o nariz com uma das mãos durante uma live, gesto que os flamenguistas interpretaram como sendo para o clube carioca, mas que o atacante colorado afirma ser para o gremista Matheus Henrique por conta de uma brincadeira anterior com o perfume 'Invictus'.

"Fiquei até espantado porque não foi nada direcionado (ao Flamengo). Era uma provocação de rivalidade local. Futebol tá muito chato, existem as provocações e a gente tem que viver mais isso. Obrigado por terem lembrado de mim num dia tão especial pra vocês", finalizou Galhardo.

O Flamengo acabou como campeão brasileiro com 71 pontos, enquanto o Internacional fez 70. Com 17 gols, Galhardo foi vice-artilheiro do campeonato ao lado de Marinho, do Santos, enquanto Luciano, do São Paulo e Claudinho, do Bragantino, marcaram 18 cada um.

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