Daniel Teixeira/Estadão
Daniel Teixeira/Estadão

Galiotte lamenta recusa a árbitro de vídeo e promete propor projeto

Presidente do Palmeiras quer mudança no País para permitir a adoção da tecnologia nas partidas

O Estado de S. Paulo

06 de fevereiro de 2018 | 18h05

O presidente do Palmeiras, Mauricio Galiotte, lamentou nesta terça-feira ter sido voto vencido na eleição de segunda-feira, na sede da CBF, no Rio, sobre a implantação do árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro deste ano. O dirigente queria que a novidade fosse acolhida, mas garantiu que mesmo com o revés, vai tentar levar adiante o projeto de tentar fazer o País aderir à tecnologia.

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"Lamentamos a decisão que foi adotada, obviamente que foi um processo democrático, e o Palmeiras vai respeitar. Mas eu digo que o Palmeiras vai insistir nesse projeto, vamos propor que a CBF crie um grupo de trabalho, que façamos debates e discussões mais profundas sobre esse tema", disse Galiotte em entrevista ao canal SporTV nesta terça-feira.

O Palmeiras foi um dos sete clubes da Série A a terem votado a favor da adoção da tecnologia, ante 12 votos contra e uma abstenção, do São Paulo. A principal justificativa da recusa das equipes foi o custo considerado elevado para implantação, avaliado em R$ 20 milhões para os 380 jogos da competição. O valor seria bancada pelos próprios clubes.

"A posição do Palmeiras é a seguinte: o maior custo é uma equipe ser prejudicada por um erro de arbitragem que pode trazer consequências desastrosas. Você pode perder uma vaga na Libertadores, um título ou até mesmo um rebaixamento, enquanto você poderia ter uma ferramenta que poderia nos auxiliar nisso", afirmou o dirigente palmeirense.

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