Gareca tem início pior do que Kleina e mostra abalo com a derrota

Técnico argentino tem apenas 33,3% de aproveitamento em seu início pelo clube e se nega a dar entrevista depois da partida

Daniel Batista, O Estado de s.Paulo

11 de agosto de 2014 | 04h54

Os números mostram que o início do técnico Ricardo Gareca no comando do Palmeiras realmente é preocupante. O treinador, após sete jogos no comando da equipe, tem um retrospecto inferior ao seu antecessor, Gilson Kleina, e com o mesmo aproveitamento de Luiz Felipe Scolari no comando da equipe alviverde. A derrota para o Atlético-MG por 1 a 0 foi a primeira em que o argentino demonstrou abalo com o resultado.

Após o jogo, ao contrário do que faz normalmente, ele se negou a dar entrevista coletiva e não deu motivos para a desistência. O atacante Henrique foi o eleito para substituí-lo na conversa com os jornalistas. Com a derrota para o Atlético-MG, o rendimento do treinador no comando da equipe chega aos míseros 33,3% de aproveitamento. Foram duas vitórias (ambas sobre o Avaí), um empate e quatro derrotas.

O desempenho de Gilson Kleina, que comandava o Palmeiras anteriormente, nos primeiros sete jogos foi bem melhor. Ele venceu quatro jogos e perdeu três, tendo um aproveitamento de 57,1%. O desempenho de Gareca é parecido com o de Felipão quando ele voltou ao clube, pela última vez. O atual técnico do Grêmio teve uma vitória, quatro empates e duas derrotas, em 2010, repetindo o número de 33,3%.

Outra marca negativa preocupante é que o Palmeiras é o único clube da Série A que ainda não venceu desde o retorno da competição, após a Copa do Mundo.

Como terá a semana livre, sem jogos, o elenco do Palmeiras ganhou folga nesta segunda-feira e só retorna aos treinamentos na tarde desta terça-feira, quando a equipe inicia os trabalhados visando o clássico contra o São Paulo, domingo, no estádio do Pacaembu. 

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