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Gauchão começa sob ameaça de violência das torcidas

Após as agressões de torcedores gremistas aos dirigentes do Internacional durante a semana, a rodada de abertura do Campeonato Gaúcho está ameaçada de ser vítima de novas cenas de violência. Isso porque os maiores rivais do Estado jogam neste fim de semana na cidade de Cidreira, no litoral norte do Rio Grande do Sul.O Grêmio iniciará a luta pelo bicampeonato do Estadual diante do São José-POA, no sábado, às 16 horas, no Estádio Municipal, pelo Grupo B. No mesmo local, o Internacional, que conquistou a Copa Libertadores da América e a Copa do Mundo de Clubes da Fifa na temporada passada, encara o Novo Hamburgo, no domingo, pela outra chave da competição.Os ânimos das torcidas ficaram mais exaltados na última quarta-feira. Quando chegavam de Brasília, onde o Inter foi condecorado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por causa do título Mundial, o ex-presidente e o atual mandatário Fernando Carvalho e Vitório Piffero, respectivamente, foram agredidos por um grupo de fãs do Grêmio no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Os torcedores estavam no local esperando a chegada do recém-contratado Sebastian Saja (ex-goleiro do San Lorenzo).Por causa disso, surgiram na internet ameaças de conflito entre as duas torcidas, que trocaram xingamentos e marcaram possíveis conflitos na cidade litorânea. O subcomandante da Brigada Militar, coronel Paulo Mendes, revelou que o policiamento estará atento e agirá rapidamente se houver qualquer tumulto.Com o auxílio de imagens de câmeras de vigilância e fotos do tumulto, a polícia porto-alegrense já conseguiu identificar dois dos agressores. Um deles seria integrante da torcida Geral do Grêmio. O presidente gremista Paulo Odone repudiou publicamente as agressões aos adversários.Na temporada passada, o Grêmio sofreu uma punição do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por causa do vandalismo de alguns torcedores no clássico com o Inter, no dia 30 de julho, no Estádio Beira-Rio, pelo Campeonato Brasileiro. Na ocasião, banheiros químicos foram queimados e bares do local foram depredados. Também houve conflito com a Brigada Militar.

Agencia Estado,

19 de janeiro de 2007 | 18h39

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