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Gerente de futebol da Roma, Totti deve pedir demissão na próxima semana

Ídolo do clube da capital italiana assumiu cargo logo após encerrar a carreira no futebol

Redação, Ansa

15 de junho de 2019 | 13h36

O ex-craque italiano Francesco Totti deverá anunciar a sua renúncia ao cargo de gerente de futebol da Roma. De acordo com a agência de notícias Ansa, a decisão será explicada durante coletiva de imprensa no centro de treinamento de Trigoria, na capital italiana, na tarde da próxima segunda-feira (17).

Em sua conta no Twitter, Totti já havia anunciado que queria esclarecer seu futuro. Nos últimos dias sua gestão à frente do setor de futebol do clube se tornou polêmica, principalmente depois que não participou de um encontro entre o presidente, James Pallotta, o conselheiro Marco Baldini, o diretor Guido Fienga e o recém-nomeado treinador Paulo Fonseca, em Londres. Especulações da imprensa italiana revelaram que a relação de Totti com os dirigentes estavam "tensas".

Na última semana, o jornal "La Repubblica" chegou a revelar que um grupo de jogadores da Roma, incluindo o meio-campista Daniele De Rossi - agora ex-atleta do clube, em saída conturbada no final da última temporada sem acordo para renovação do seu contrato -, queria que o ex-jogador deixasse seu cargo na diretoria do clube.

O eterno camisa 10 giallorosso defendeu a Roma por mais de 24 anos e liderou o time na conquista de seu último "scudetto", em 2011. Ao todo, foram mais de 780 partidas, 307 gols e cinco títulos. Ele deixou o futebol em 2017, após se desentender com o então técnico Luciano Spalletti, que o dava poucas oportunidades de entrar em campo - o treinador assinou com a Inter de Milão na temporada seguinte.

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