Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Gil: "Eu dou sorte contra o São Paulo"

O empresário Gilmar Rinaldi queria e Gil será o centro das atenções no Morumbi. Conseguiu convencer grande parte da imprensa e dos torcedores de que a responsabilidade pela má fase do seu contratado se deve à pubalgia tratada de forma ?meia-boca? pelos médicos corintianos. O atacante acredita que colocará hoje um final no jejum de 203 dias sem marcar um gol, logo em cima do poderoso e badalado São Paulo. ?Costumo dar sorte contra eles. Tive grandes alegrias marcando contra o São Paulo. Pode ser uma coincidência, mas costumo jogar bem e fazer gols nesse clássico. Sinto que a minha confiança está voltando?, assegura Gil. E as pessoas que acompanham diariamente o atacante sabem o quanto a confiança é importante na carreira do jogador. ?O Gil é um atleta diferenciado, sensível e com um potencial excepcional. Ele rende muito quando está em boas condições físicas e com a certeza de que as pessoas acreditam nele?, diz Rinaldi. A preocupação do empresário é a revalorização de Gil. O atleta que já chegou a despertar a cobiça de clubes europeus sente o reflexo da péssima fase que atravessa com o desprezo de interessados em sua contratação.?Isso vale para o mundo inteiro. Se o atacante fica sem marcar gols, não interessa a ninguém. As pessoas não vão querer saber se você está sendo útil ao time de outra maneira. Se você é atacante, tem que fazer gol. Não tem desculpa?, reconhece Gil. Convencido por Gilmar Rinaldi, que deseja demais a sua revalorização, Gil garante que os tempos de timidez e de aceitar calado as injustiças acabaram. ?Já perdi demais por ficar calado. No futebol é preciso se impor falando. Vou mudar o meu jeito. O Gilmar me mostrou o que estava perdendo. Resolverei os meus problemas de outra maneira a partir de agora.? Ao enxergar o branco, o vermelho e o preto da camisa do São Paulo, Gil costuma se animar muito. Foi assim que decidiu o Rio-São Paulo de 2002 e o Paulista de 2003. Em um clássico diante do São Paulo no Brasileiro de 2002, ele foi aplaudido de pé pelos corintianos depois de uma partida maravilhosa. ?Quero retomar o que passou. Meu potencial continua o mesmo. Não desaprendi a jogar. Tudo o que preciso é de uma boa partida e marcar gols. Tenho 23 anos e vou dar a volta por cima.?

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.