Lucas Merçon/Fluminense
Lucas Merçon/Fluminense

Gilberto revela choro antes de retorno e celebra recuperação no Fluminense

Lateral chegou a ficar seis meses afastado do gramado por causa de uma grave lesão no joelho

Redação, O Estado de S.Paulo

25 de fevereiro de 2019 | 15h44

Foram seis meses afastado dos gramados, por causa de uma grave lesão no joelho, mas a espera chegou ao fim na última sexta-feira. Recuperado de edema ósseo na perna esquerda, Gilberto finalmente retornou aos gramados no triunfo do Fluminense sobre o Bangu, pela Taça Rio. Emocionado, ele lembrou dos momentos que antecederam a volta.

"Na semana contra o Bangu, não senti nada de dor. Quando fui para a concentração, parecia que era tudo novo. Seis meses foi muito tempo. Quando acordei pela manhã, me emocionei. Chorei. Parecia um sonho. Graças a Deus pude jogar", declarou nesta segunda-feira.

Gilberto inclusive revelou que o retorno poderia ter acontecido antes. O jogador chegou a pedir para o técnico Fernando Diniz para ficar à disposição diante do Vasco, na decisão da Taça Guanabara, mas o comandante tricolor achou melhor aguardar um pouco mais.

"Na semana anterior ao jogo contra o Bangu, eu fiquei o tempo todo sem dor no joelho, o que era difícil. Então, pedi ao Diniz para jogar contra o Vasco. Queria que ele me levasse para a final para ficar ao menos no banco. Estava me sentindo bem. Ele pediu para esperar um pouco, para que eu ficasse tranquilo, que eu poderia estrear na semana seguinte de forma mais tranquila. Até fiquei um pouco nervoso, mas deu certo. Confiei", apontou.

Outro que celebrou o desempenho diante do Bangu foi o volante Caio Henrique. Um dos destaques da partida, foi ele o responsável por abrir o placar. Feliz neste início de trajetória no Fluminense, o jogador de 21 anos celebrou o "recomeço" no clube após um ano difícil no Paraná em 2018.

"Todo mundo sonha jogar em grandes clubes. No ano passado, não consegui jogar no Paraná. É um recomeço para mim e para o Fluminense", comentou. "Eu procuro fazer o meu melhor para o treinador. Gosto de jogar como primeiro ou como segundo volante. No Paraná, fui mais avançado, posição que não é a minha."

 

 

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