Marcio Fernandes/Estadão
Marcio Fernandes/Estadão

Gilson Kleina aprova estreia de Lúcio, mas lamenta lesões no Palmeiras

Defensor atuou por 90 minutos, mesmo com o forte calor na cidade do interior paulista

Agência Estado

24 de janeiro de 2014 | 08h42

RIBEIRÃO PRETO - O técnico Gilson Kleina ficou satisfeito com o desempenho de Lúcio na estreia do experiente zagueiro com a camisa do Palmeiras, ocorrida na noite da última quinta-feira, em Ribeirão Preto, onde o time venceu o Comercial por 2 a 0. O defensor atuou por 90 minutos, mesmo com o forte calor na cidade do interior paulista, e ajudou sua equipe a chegar aos seis pontos no Grupo D do Paulistão.

"O Lúcio foi seguro, simplificou e isso foi inteligente. Fez o que queríamos. Estamos preocupados em fazer um elenco forte, com jogadores de reposição de qualidade. Quero mexer o menos possível, mas preciso levar em consideração as condições físicas para não perdemos jogadores por lesão", disse o treinador.

Entretanto, Kleina voltou a lamentar o fato de que perdeu mais dois atletas justamente por causa de lesões. Contra o Linense, na estreia do Campeonato Paulista, o zagueiro Tiago Alves sofreu uma luxação no ombro, antes de o atacante Diogo levar uma pancada na região da bacia na segunda-feira e também virar baixa. Já nesta última quinta, o volante Renato e o lateral-esquerdo Juninho deixaram o campo reclamando de dores, respectivamente, na clavícula e na coxa.

"Infelizmente perdi mais dois jogadores lesionados. E o tempo é curto. Não é o ideal fazer duas, três estreias a cada jogo. Mas ainda bem que estamos vencendo e convencendo. Isso ajuda nos ajustes e também na confiança dos atletas", completou.

O comandante ainda aproveitou a entrevista coletiva que deu após o duelo diante do Comercial para exaltar o "comprometimento" dos jogadores, assim como destacou que a disputa por vagas na equipe titular segue aberta neste início de temporada, no qual o Palmeiras voltará a jogar no domingo, contra o Atlético Sorocaba, fora de casa, pela terceira rodada do Paulistão.

"O time ideal é o do momento. Temos Valdivia, Leandro, Mendieta... Mas vai ser assim. Eu acho que o comprometimento é a palavra-chave. Os jogadores que estão há mais tempo criaram uma identidade, tem um mérito de ter recolocado o Palmeiras na elite. Mas ninguém tem cadeira cativa. Nossa ideia é qualificar o grupo. Sei que todo mundo quer jogar, mas tenho que saber administrar as vaidades porque, se eu quiser agradar a todos e não pensar em rendimento, as coisas podem desandar", disse.

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