Sirli Freitas/Chapecoense
Sirli Freitas/Chapecoense

Gilson Kleina faz testes e deixa dúvidas na Chapecoense para encarar o Fluminense

Time catarinense é apenas o 16º colocado e precisa vencer para afastar risco de entrar no Z-4

Estadão Conteúdo

26 de maio de 2018 | 07h50

O início da Chapecoense no Campeonato Brasileiro não é nada bom e um tropeço neste sábado contra o Fluminense, às 16 horas, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, na abertura da sétima rodada, pode fazer o time comandado pelo técnico Gilson Kleina entrar na zona de rebaixamento.

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Com seis pontos, a Chapecoense está na 16.ª colocação e só não corre o risco de entrar na zona de rebaixamento se ganhar. Em caso de derrota, o time catarinense pode terminar a rodada na 19.ª e penúltima posição dependendo dos outros resultados.

A delegação alviverde embarcou para o Rio de Janeiro na última quinta-feira depois de Gilson Kleina comandar um treinamento no qual fez alguns testes. Uma mudança certa é a volta do zagueiro Rafael Thyere, após cumprir suspensão, no lugar de Luiz Otávio.

Essa foi a única alteração feita em relação ao time que perdeu por 3 a 0 para o Internacional na última segunda-feira, em Porto Alegre. Mas o treinador fez alguns testes ao longo do treinamento como a entrada do volante Elicarlos na vaga do atacante Guilherme. E também revezou no ataque com Wellington Paulista e Leandro Pereira.

"A gente nota se precisamos ter alguma consistência diferente dentro ou fora de casa. Fizemos uma partida espetacular contra o Flamengo, competimos contra o Atlético Mineiro e fora de casa erramos muitos passes e o time ficou espaçado. Mudanças são sempre para o bem, então vamos fazer a análise dos jogadores e, se preciso for, fazer alguma mudança", justificou Gilson Kleina.

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