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Globo muda negociador de transmissões de TV após 20 anos com Marcelo Campos Pinto

O diretor da Globo Esportes, Marcelo Campos Pinto, responsável pela negociação com clubes e federações dos direitos de transmissão das principais competições do futebol brasileiro, vai se aposentar no fim do ano. Sairá de cena após cerca de duas décadas, período em que se transformou em um dos personagens mais fortes, e duros, nas discussões sobre cotas de televisão. Ele vai ser substituído por Pedro Garcia, diretor da Globosat.

Estadão Conteúdo

07 de novembro de 2015 | 11h06

O afastamento de Campos Pinto causou surpresa, pois estão em andamento negociações para a ampliação do prazo do contrato de três anos entre a Globo Esportes e clubes da Série A do Campeonato Brasileiro que entrará em vigor no próximo ano. A intenção é prorrogar o acordo, que vai até 2018, por mais dois anos. Campos Pinto participará das reuniões que ocorrerem até o fim do ano, mas o comando já será de Garcia.

Conforme comunicado distribuído pelo presidente do Grupo Globo, Roberto Irineu Marinho, a partir de segunda-feira a Globo Esportes será subordinada ao Comitê de Direitos Esportivos, composto por Carlos Henrique Schroder (diretor-geral da Globo), Alberto Pecegueiro (diretor-geral da Globosat) e o membro do conselho administrativo do Grupo Globo, Jorge Nóbrega.

"A estrutura da nova Globo Esportes englobará as equipes e atividades de TV Globo e Globosat já envolvidas hoje nos processos de aquisição de direitos esportivos. Pedro Garcia, atualmente diretor dos canais e produtos de esporte da Globosat, será responsável por liderar essa equipe conjunta, respondendo por toda estratégia de aquisição de direitos esportivos do Grupo Globo", disse o comunicado.

De acordo com Marinho, a mudança "representa mais uma etapa na busca de sinergias e integração entre as operações do Grupo Globo".

Campos Pinto sempre trabalhou com plenos poderes. Nos bastidores, comenta-se que a sua posição foi decisiva para que o Campeonato Paulista tenha seis rebaixados em 2016, para que a Série A1 de 2017 seja disputada por 16 clubes. O contrato do Paulistão foi renovado por R$ 170 milhões.

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