Gobbi banca Mano no Corinthians e confia em vaga na Libertadores

Gobbi banca Mano no Corinthians e confia em vaga na Libertadores

Presidente do clube afirma que mesmo após goleada sofrida para o Atlético-MG, 'não tem o menor sentido se falar em troca de treinador' 

Estadão Conteúdo

16 de outubro de 2014 | 11h22

A goleada por 4 a 1 sofrida diante do Atlético-MG, na noite desta quarta-feira, no Mineirão, voltou a instalar uma crise no Corinthians, que foi eliminado da Copa do Brasil e agora vê o Campeonato Brasileiro como único torneio a disputar no final desta temporada. O revés em Belo Horizonte também deixou Mano Menezes ainda mais pressionado no cargo. Após o jogo em Belo Horizonte, porém, o presidente corintiano Mario Gobbi descartou a possibilidade de demitir o treinador, assim como fez questão de enfatizar que o sonho da conquista da vaga na Copa Libertadores de 2015 segue vivo.

"Faltam 45 dias para terminar o Brasileiro. Não tem o menor sentido se falar em troca de treinador. Por mil motivos. O principal deles: se estamos montando um grupo novo, como vamos falar em tirar o treinador? Segundo: faltam 45 dias para o ano terminar, e eu já disse que o novo técnico quem vai escolher é o presidente novo, que vai ser eleito em fevereiro", ressaltou o dirigente, em entrevista coletiva, se referindo às próximas eleições do clube.

Confiante de que o Corinthians terá capacidade e competência de terminar o Brasileirão entre os quatro primeiros colocados da tabela, Gobbi não deixou de lamentar a atuação ruim da equipe, mas evitou criticar Mano Menezes e disse que é preciso apostar no trabalho a longo prazo de um treinador que retornou neste ano ao clube e vem promovendo um processo de reformulação no elenco.

"Hoje não fomos bem, o Atlético foi muito bem, méritos do Atlético. Pela reformulação, no fim do ano vamos colocar três ou quatro jogadores, e formar um grupo e trazer títulos ao clube. Tínhamos e temos o compromisso de colocar o Corinthians na Libertadores. O compromisso não terminou. Terminou na Copa do Brasil. A forma como foi nos machuca, nos dói muito, e nem esse grupo merecia perder dessa forma", lamentou.

Em seguida, o dirigente projetou a arrancada corintiana nas dez rodadas finais do Brasileirão. "Estamos a um ponto do quarto lugar, temos 10 rodadas pela frente, são 30 pontos. Está aberto. O negócio é entrar de cabeça e focar no Brasileiro para tentar, de todas as formas, colocar o clube onde a gente quer, que é de volta à Libertadores. Isso vamos fazer até a última rodada", prometeu.

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