Reprodução/Goiás Twitter
Reprodução/Goiás Twitter

Goiás muda com Claudinei Oliveira para começar vida nova no Maracanã

'Acho que as mudanças são feitas a partir dos treinamentos', declarou o novo treinador, que assume time no lugar de Maurício Barbieri

Redação, Estadão Conteúdo

28 de abril de 2019 | 15h28

Depois de perder o título estadual para o rival Atlético-GO, o Goiás viveu uma semana de mudanças. Saiu o técnico Maurício Barbieri e chegou Claudinei Oliveira. Ele promete muitas mudanças para o jogo de estreia no Campeonato Brasileiro, diante do Fluminense, domingo, às 19 horas, no Maracanã.

"Acho que as mudanças são feitas a partir dos treinamentos", afirmou Claudinei, embora tenha tido apenas duas chances de comandar treinos técnicos e táticos durante a semana. Sem moral com a torcida, o goleiro Sidão, ex-São Paulo, é a novidade no banco de reservas. Ele perdeu a vaga para Tadeu, destaque da Ferroviária no Campeonato Paulista.

Mas para dar uma nova cara ao Goiás, o técnico promete novidades em outros setores. Pelo menos, foi assim, que o técnico sinalizou no último treino tático realizado na sexta-feira. Mesmo jogando fora de casa, ele quer dar mais força ofensiva ao time. No treino apareceu com Daniel Guedes, David Duarte, Renatinho e Kayke na equipe. Eles devem ser confirmados como titulares para as saídas de Kevin, Rafael Vaz, Marlone e Brandão. "A ideia é ar uma sacudida no time, mas todos os jogadores são importantes ao clube", justificou.

O duelo contra o Fluminense marca a reestreia de Claudinei pelo Goiás depois de cinco anos. O atacante Kayke, ex-Fluminense, vai vestir a camisa esmeraldina pela primeira vez e parece disposto a se vingar do seu clube anterior. Ele parece ter já esquecido a perda do título goiano e a eliminação na Copa do Brasil ao cutucar o time carioca. "Eles não ganharam nada este ano".

Os laterais Caíque Sá e Ernandes deixaram o clube e acertaram com a Chapecoense, a pedido do técnico Ney Franco, que ano passado subiu com o Goiás è elite nacional e agora dirige o time catarinense. Por coincidência, ele ocupa a vaga deixada por Claudinei Oliveira na tradicional dança de cadeiras entre os técnicos no futebol brasileiro.

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