Ricardo Saibun/Divulgação
Ricardo Saibun/Divulgação

Goleiro tem suspeita de fratura na face e técnico santista critica Rildo

Marcelo Fernandes reclama de atacante após choque com Vanderlei

Estadão Conteúdo

27 Março 2015 | 09h49

O Santos teve uma noite para esquecer nesta quinta-feira no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Além de cair por 3 a 1 diante da Ponte Preta e perder a sua invencibilidade no Campeonato Paulista, o time ainda viu o goleiro Vanderlei deixar o campo com suspeita de fratura na face. O jogador levou a pior em dividida com o atacante Rildo, que foi alvo de críticas do técnico Marcelo Fernandes por sua participação no lance.

Por causa da lesão, Vanderlei teve de ser substituído por Vladimir e foi encaminhado ao Hospital Mario Gatti, da cidade do interior paulista, onde foi submetido a exames de tomografia. Por meio de nota em seu site oficial, o Santos informou que nesta sexta pela manhã o atleta seguiria até São Paulo junto com o médico do clube Mauricio Zenaide para ser examinado por um especialista, com o objetivo de chegar a uma diagnóstico final e definição do tratamento a ser realizado.

"Foi uma jogada desnecessária, ele (Vanderlei) está com suspeita de afundamento de malar, teve uma hemorragia muito grande. Infelizmente perdemos um grande companheiro (para os próximos jogos do Paulistão), agora é aguardar, rezar e esperar que nada de mal aconteça com ele", ressaltou Marcelo Fernandes.

Rildo, que defendeu o Santos no ano passado, disse que o lance foi "uma infelicidade" e que tentou pular para evitar o choque com o goleiro, mas não conseguiu se livrar da trombada. O jogador afirmou que se desculpou ainda no gramado e agora torce pela recuperação do atleta santista. 

Já ao comentar a derrota sofrida em Campinas, Marcelo Fernandes minimizou o peso do revés ao lembrar que o time acumulou "gordura" durante o Paulistão, mas ele admitiu que o resultado serviu como "lição" para a equipe já visando as fases decisivas da competição. "A lição que fica é a de que a gente não pode dar mole em nenhum momento, tem de estar ligado os 90 minutos. No primeiro tempo tomamos dois gols de bola parada, em um setor que a gente sempre foi firme. Mas o vestiário está unido e o Santos é grande nas vitórias e também nas derrotas", ressaltou.

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