AFP/Diário El País Cali
AFP/Diário El País Cali

Goleiro uruguaio é baleado na Colômbia e fica em estado grave

Atleta tem 36 anos e estava atuando pelo Dépor FC, de Cali

Estadão Conteúdo

26 de agosto de 2015 | 16h22

O goleiro Alexis Viera está em condição crítica depois de ter sido baleado na última terça-feira, em Cali, na Colômbia. O estado do uruguaio de 36 anos preocupa bastante os médicos e ele precisará passar por nova intervenção cirúrgica nesta quinta, segundo informou o hospital em que está internado.

Viera e sua esposa foram seguidos por dois homens até sua residência, em Caney Especial, ao sul de Cali, na última terça-feira, depois de terem sacado o equivalente a quase R$ 12 mil no banco. De acordo com as informações da polícia, o goleiro teria reagido quando um dos assaltantes golpeou sua esposa e, por isso, foi baleado.

Andrea Fabiana, esposa do goleiro, foi agredida, mas seu estado não inspira cuidados. Já Alexis Viera recebeu um tiro no peito. A bala atingiu o lado esquerdo do tórax e o atleta precisou ser reanimado pelos paramédicos. Ele não manifestou sensibilidade nas pernas, o que levantou a suspeita de danos medulares, e respira por aparelhos.

"A evolução ainda é preliminar, mas tem manifestações clínicas que indicam provavelmente um dano medular. Significa que quando o avaliamos, percebemos que não pode mexer suas extremidades e nem tem sensibilidade neste nível", explicou o hospital, que relatou: "É muito cedo para dizer se ele vai se recuperar ou não neste sentido".

Aos 36 anos, Viera vivia a reta final de sua carreira. Com passagens por Racing, River Plate e Nacional, todos do Uruguai, além de Ñublense, do Chile, e América de Cali, da Colômbia, o jogador havia recém-assinado contrato com o Dépor Fútbol Club, da segunda divisão colombiana, e se preparava para abrir uma escolinha de goleiros quando se aposentasse.

Tudo o que sabemos sobre:
FutebolAlexis VieraTiro

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.