Gordinhos em campo não são novidade no futebol

Craques como Maradona, Ronaldo e Neto sofreram para manter o peso

Amanda Romanelli, estadão.com.br

17 de agosto de 2011 | 19h57

SÃO PAULO - O desafio de encarar a balança e perder os quilinhos indesejados não é problema de poucos no futebol. A lista de jogadores que já passaram por essa incômoda situação é extensa e contempla alguns dos mais renomados craques do planeta. Para eles, subir na balança era pior que encarar o mais brucutu dos marcadores.

O atacante Adriano, que precisa emagrecer três quilos para chegar nos 99 e poder finalmente estrear pelo Corinthians, é apenas mais um a ter de enfrentar o desconforto do ponteiro da balança, que já infernizou atletas como Diego Maradona, Ronaldo e Neto.

No Brasil, o caso mais célebre é de Ronaldo. O ex-atacante, que se aposentou este ano, mostrou notória mudança em sua forma física nas últimas temporadas de sua carreira, iniciada nos anos 1990. Na Copa de 2006, disputada na Alemanha, seu peso já era assunto amplamente debatido no País e nunca mais saiu dos noticiários.

A discussão sobre quilos a mais não é nova no Parque São Jorge. Um dos ídolos corintianos, o ex-meia Neto, também sofreu para controlar o peso quando vestia a 10 do time - o assunto ainda faz parte da rotina do ex-jogador, agora um dos comentaristas mais respeitados do futebol brasileiro. 

No exterior, Diego Armando Maradona é um dos que mais tiveram dificuldades para se manter em forma, especialmente após o sucesso no Napoli. O craque argentino sempre teve problemas com a balança.

Uma tentativa de renascimento veio meses antes da Copa de 1994, disputada nos EUA. Maradona estava quase 10 kg acima do peso, mas conseguiu viajar para o Mundial em boas condições físicas. Durante o torneio, a decepção: o craque foi pego em exame antidoping para o uso da substância efedrina, droga utilizada para acelerar o emagrecimento. Mais tarde, já aposentado, Maradona faria uma cirurgia de redução de estômago.

 

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