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Gramado da arena do Palmeiras deve estar melhor no clássico

Tempo sem atividades na arena será positiva para a grama

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

16 de junho de 2015 | 07h00

A vitória do Palmeiras sobre o Fluminense no domingo foi ofuscada, em parte, pelas críticas ao péssimo estado do gramado do Allianz Parque – cheio de buracos e areia, o campo foi motivo de reclamação por parte de jogadores, diretoria e comissão técnica do Alviverde. Segundo os responsáveis pelo gramado, os problemas são dois: o excesso de atividades e a troca do tipo de grama utilizada.

Na segunda semana de maio foi feito o plantio de sementes para gramas de inverno. O terreno anterior tinha gramado de verão, e para que a troca ocorra por completo é preciso que o campo não seja usado por pelo menos 15 dias – algo que ocorreu.

De acordo com a WTorre, construtora responsável pelo estádio, e a World Sports (empresa que cuida do gramado), o problema é que a arena tem recebido muitos eventos e frequentemente o gramado é utilizado. Shows e jogos são os motivos de maior deterioração do campo.

Além disso, o estádio foi usado recentemente para o amistoso da seleção brasileira contra o México, e em menos de uma semana recebeu cinco atividades no campo. 

A próxima partida do Palmeiras em casa será só no dia 28, contra o São Paulo. A expectativa é de que até lá a grama esteja 100% em condições. Na sexta-feira, dia 26, haverá um evento de música no anfiteatro, mas o gramado não deve ser utilizado. 

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