Reginaldo Manente/Estadão
Reginaldo Manente/Estadão

Grandes seleções da Copa do Mundo de 1986

Renovada Argentina, França campeã europeia e 'Dinamáquina' praticaram o melhor futebol naquele ano

Leandro Silveira, O Estado de S.Paulo

11 Maio 2018 | 03h00

A Copa do Mundo de 1986 tinha certa pressão por um bom futebol após a queda do supertime do Brasil, que encantou o mundo, contra a Itália quatro anos antes. No entanto, a ascensão de Maradona, a boa fase de Platini e a grande primeira fase da Dinamarca marcaram estas seleções na história daquela competição.

ARGENTINA

Reformulada pelo técnico Carlos Bilardo após o fracasso na Copa de 1982, a Argentina não chegou ao México como favorita. O treinador apostou em um esquema tático com três zagueiros e no talento de Maradona, aos 25 anos, e no auge da sua forma. E deu certo. Com uma campanha quase perfeita, de cinco vitórias e um empate, passou por Uruguai, Inglaterra, Bélgica e Alemanha no mata-mata e venceu a Copa com algumas das maiores atuações da carreira do seu craque. 

FRANÇA

Campeã europeia em 1984 e com Platini no auge da forma, a França foi ao México como favorita a conquistar seu primeiro título mundial. Passou com certa facilidade pela fase de grupos, eliminou a Itália, campeã em 1982, nas oitavas de final e o Brasil nas quartas. Mas uma falha de Bats na semifinal contra a Alemanha acabou pesando para a sua derrota. 

DINAMARCA

Em sua primeira participação na história das Copas, a Dinamarca caiu em uma chave complicada, com outros dois campeões mundiais: o Uruguai e a Alemanha Ocidental. Mas não se intimidou. E após passar pela Escócia, aplicou históricos 6 a 1 nos uruguaios e venceu os alemães por 2 a 1. O seu jogo vistoso e ofensivo chamou a atenção, mas não resistiu ao compromisso seguinte, perdendo por duros 5 a 1 para a Espanha. 

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