Grigory Dukor/Reuters
Grigory Dukor/Reuters

Grandes seleções da Copa do Mundo de 1998

França e Brasil, finalistas, e Holanda e Croácia, semifinalistas, marcaram uma Copa de resultados justos dentro de campo

Rodrigo Luiz, especial para o Estado, O Estado de S.Paulo

11 Maio 2018 | 03h00

Além dos finalistas França e Brasil, que possuíam três dos melhores jogadores do mundo à época, Zidane, Ronaldo e Rivaldo, a Copa do mundo de 1998 mostrou ao futebol o ápice de duas grandes gerações de times europeus: a Holanda, reforçada após a queda em 1994, e a Croácia, recém criada após a separação da Iugoslávia. Os quatro times foram os semifinalistas daquele torneio.

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FRANÇA

O time que havia caído na semifinal da Eurocopa dois anos antes entrou na Copa do Mundo de 1998 como um dos favoritos tanto por sediar o campeonato, como pelo início do auge de jogadores como Barthez, Desailly, Zidane, Petit e Djorkaeff. Nem a ausência do camisa 10 por dois jogos prejudicou a trajetória do time que venceria o Brasil na decisão do torneio.

BRASIL

A seleção brasileira tinha dois grandes destaques ofensivos comandando o time: Ronaldo, melhor do mundo em 1997, e Rivaldo, que viria a ser o jogador do ano em 1999. Os dois foram os responsáveis pelas vitórias com goleada sobre Chile nas oitavas de final, Dinamarca, e Holanda nos pênaltis. No entanto, o problema de saúde de Ronaldo, que passou mal horas antes da decisão, afetou o elenco tecnica e moralmente e o time perdeu por 3 a 0 com dois gols do carrasco Zidane.

HOLANDA

A equipe holandesa que havia caído nas quartas de final diante do Brasil quatro anos antes já tinha qualidade dentro de campo, e melhorou consideravelmente em relação ao time que foi aos Estados Unidos. Utilizando jovens jogadores revelados pelo Ajax campeão europeu e mundial em 1995, o time laranja foi eliminado apenas na semifinal, e novamente pelo Brasil, mas desta vez nos pênaltis.

CROÁCIA

Disputando sua primeira Copa do Mundo após a separação da Iugoslávia, a equipe balcânica não fez feio. Contando com a inspiração do atacante Davor Suker, do Real Madrid, o time chegou até a semifinal praticando o melhor futebol até então - ele foi o artilheiro daquele Mundial. Boban e Prosinecki eram outros destaques do time que caiu para a campeã França na semi por 2 a 1.

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