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Grêmio descarta facilidade em grupo da Libertadores para 2017

Nenhum dos três adversários da chave possui títulos da competição

O Estado de S.Paulo

22 de dezembro de 2016 | 13h31

O sorteio da Libertadores de 2017 realizado na noite da última quarta-feira, na sede da Conmebol, no Paraguai, reservou dificuldade para quase todos os times brasileiros. O Grêmio, no entanto, fugiu do padrão e caiu no Grupo 8, teoricamente mais fácil, ao lado de Guaraní, do Paraguai, Zamora, da Venezuela, e Deportes Iquique, do Chile.

Nenhum dos três adversários possui títulos da Libertadores e o destaque recente entre eles fica por conta do Guaraní, que em 2015 caiu nas semifinais diante do River Plate. Apesar da teórica facilidade na chave, o presidente gremista, Romildo Bolzan, minimizou a diferença de tradição entre os clubes e previu jogos complicados.

"No ano passado, nosso grupo foi o mais difícil e conseguimos passar. Neste ano, os times não têm a mesma tradição, mas isso não quer dizer nada. Não deixa de ser complicado. Teremos que fazer um deslocamento à Venezuela, onde o Zamora joga distante 500 quilômetros de Caracas. Iquique também está muito distante de Santiago, o que requer uma logística especial", analisou.

Apesar da dificuldade de logística em alguns confrontos, um fator foi bastante celebrado por Bolzan. "A vantagem é que todos os jogos são ao nível do mar, sem influência da altitude. O Grêmio pode passar bem, mas não tem jogo jogado. Temos que cuidar muito bem do que temos pela frente."

A estreia do Grêmio acontecerá diante do Zamora, fora de casa, no início de março. Na semana seguinte, a equipe fará seu primeiro jogo na Arena, contra o Deportes Iquique. O fim do primeiro turno será contra o Guaraní, no Paraguai. Na tabela espelhada, o returno começa contra o Guaraní, na Arena, segue com Iquique, no Chile, e fecha contra o Zamora, novamente na Arena.

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