Grêmio dispensa Zinho e promete mais

Constrangido pela situação financeira do clube, o presidente do Grêmio, José Alberto Guerreiro, nem chegou a pedir que o armador Zinho aceitasse uma redução salarial para continuar no Olímpico. Apenas avisou ao jogador, nesta segunda-feira, que o Grêmio não poderia cumprir o restante do contrato, até dezembro, e comprometeu-se a pagar os salários atrasados e a multa rescisória, num valor que fontes extra-oficiais dizem ser superior a R$ 1 milhão. No início do ano Zinho já havia concordado com a redução de seu salário, que baixou de R$ 200 mil para R$ 100 mil mensais. Ao sair do Olímpico, no início da noite, Zinho mostrava-se triste, admitindo que queria continuar no Grêmio pelo menos até o final do ano, mas reconhecia que nas circunstâncias atuais o clube ficou sem condições de manter os salários mais altos. O armador, que conquistou a Copa do Brasil do ano passado pelo tricolor, ainda não tem um novo clube. O Grêmio também vai dispensar Valdo, Pablo Hernandez, Mauro Galvão e Fábio Baiano. Também espera vender Anderson Polga, Fernando e Tinga, embora os possíveis compradores ainda não tenham aparecido.

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