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Grêmio e São Caetano empatam sem gols

O calvário do Grêmio no Campeonato Brasileiro parece não ter fim. Neste sábado à noite, em Porto Alegre, não passou de um empate por 0 a 0 com o São Caetano, pela 28ª rodada e continua na lanterna da competição, agora com 24 pontos. O São Caetano foi para 42 e continua na sétima posição. A aplicação do Grêmio foi intensa. A equipe, remotivada pela chegada do técnico Adílson Batista, ex-zagueiro campeão da Libertadores da América em 1995, era aplicada e marcava o campo inteiro, com Marcos Paulo e Leanderson cuidando bem da dupla de atacantes adversário, Marcinho e Adhemar, que não teve chances de conclusões ao gol de Danrlei. Mas, se tinha um bom desempenho defensivo, o ataque não funcionava, contido pela excelente marcação do São Caetano, que teve a melhor chance do primeiro tempo. Aos 14 minutos, após uma troca de passes entre Zé Carlos e Marcinho, Capixaba recebeu o passe já dentro da grande área e chutou forte no travessão, com Danrlei apenas olhando. Depois disso, as duas defesas continuaram se impondo sobre os ataques e as conclusões, pelos dois times, só aconteceram em chutes de fora da área. Antes de entrar para o vestiário, no intervalo, Adílson Batista confirmou tudo o que previu antes do início da partida. ?Temos que tentar as jogadas pelas laterais, pois eles (São Caetano), estão congestionando muito a entrada da área. Mesmo assim, o time está bem, com boa imposição sobre os atacantes." Veio o segundo tempo e o panorama do jogo continuou o mesmo. A eficiência defensiva do São Caetano continuava impecável e nada permitia ao ataque do Grêmio. Christian, em quem os torcedores depositavam muita confiança para fazer os gols que a equipe gaúcha precisava para sair da última colocação na tabela foi totalmente dominado pela zaga do time do ABC paulista, que manteve a sua invencibilidade de nunca perder para clubes do futebol gaúcho. O resultado, no final, foi justo, pois mostrou porque o Grêmio, com o pior ataque do campeonato, não conseguiu superar o adversário, que tem a melhor defesa da competição. No final, o atacante Christian, vaiado pela torcida, desabafou. ?Em vez de vaiar, eles (torcedores), têm é que aplaudir. Assim, com esses caras enchendo o saco, não dava para jogar mesmo.?

Agencia Estado,

23 de agosto de 2003 | 21h34

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