Lucas Uebel/Grêmio FBPA
Lucas Uebel/Grêmio FBPA

Grêmio emite nota e pede apoio da CBF em protesto por arbitragem da final

Time gaúcho não se conforma com a atuação dos árbitros no primeiro jogo com o Lanús

Estadão Conteúdo

24 Novembro 2017 | 13h30

O Grêmio segue inconformado com a arbitragem da primeira partida da final da Libertadores. Apesar da vitória por 1 a 0 sobre o Lanús na última quarta-feira, na Arena, o técnico Renato Gaúcho, os jogadores e até a direção gremista reclamaram muito de alguns lances nos quais o árbitro chileno Júlio Bascuñan teria prejudicado a equipe.

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Por isso, nesta sexta-feira, o presidente do clube, Romildo Bolzan, embarcou para Assunção, no Paraguai, onde se reuniria com representantes da Conmebol. Através de nota, o Grêmio oficializou as reclamações e pediu apoio da CBF para "adotar medidas para garantir o equilíbrio da competição e o fair play".

A principal reclamação é em relação a um suposto pênalti não marcado no último lance da partida, sobre Jael. Por esse erro, Bolzan chegou a dizer que o Grêmio "foi roubado" e Renato Gaúcho ironizou: "Até Stevie Wonder veria pênalti".

Além desta reclamação, o clube teria uma lista de providências a serem pedidas para a Conmebol. Entre elas, está a impugnação do cartão amarelo mostrado para o zagueiro Kannemann, que o tira da segunda partida da decisão, quarta-feira que vem, na Argentina.

"O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense comunica o ingresso de impugnação no Tribunal de Disciplina da Confederação Sul-Americana de Futebol em relação aos fatos ocorridos na primeira partida da final da Conmebol Libertadores Bridgestone, realizada no dia 22 de novembro de 2017", explicou o clube.

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