Lucas Uebel / Grêmio FBPA
Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Grêmio encara Sport para se manter entre líderes, apesar da rotina de desfalques

Ramiro pode retornar à equipe, assim como Jael; Kannemann, Maicon, Luan serão poupados

Estadão Conteúdo

13 Junho 2018 | 08h34

Mudanças entre os titulares do Grêmio já viraram rotina para o técnico Renato Gaúcho. Sofrendo com desfalques desde o início de maio, ele foi obrigado a mexer no time nos últimos nove jogos, o que afetou o rendimento dentro de campo. E não será diferente nesta quarta-feira, contra o Sport na Ilha do Retiro, em Recife, às 19h30. O comandante contabiliza muitos desfalques para a 12.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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"Nosso grupo tem respondido muito bem às nossas necessidades. É claro que o ritmo do time não é normal, porque a gente perde muito em entrosamento. Mas é uma situação que temos que enfrentar com naturalidade", diz Renato, tentando valorizar os novos titulares.

O zagueiro Kannemann e o volante Maicon, além dos atacantes Luan e Everton, puxam a fila. Os três primeiros foram preservados devido ao desgaste da sequência de jogos, enquanto o último recebeu o terceiro cartão amarelo na vitória por 1 a 0 contra o América-MG e nem viajou com o grupo para a capital pernambucana.

O volante Jailson está negociando com o Santos; Maicosuel se recupera de uma amidalite; Michel, Alisson, Hernane e Marcelo Oliveira estão vetados pelos médicos, recuperando de lesões. Pedro Geromel, convocado por Tite para a Copa do Mundo, já era desfalque certo.

Ramiro, que já não enfrentou o América-MG devido a uma pancada no tornozelo contra o Ceará, deve jogar. O atacante Jael também será alternativa na reserva, uma vez que participou apenas de parte do último jogo após mais de um mês afastado. Ele vai ser utilizado aos poucos, segundo o planejamento da comissão técnica.

Dentre tantas baixas, o treinador quer se manter entre os líderes durante a parada para a Copa. Com 19 pontos, o clube depende apenas de si para alcançar o objetivo. Até agora a principal força do Grêmio no Campeonato Brasileiro foi o sistema defensivo: em 11 jogos, foram apenas cinco gols sofridos, a melhor marca entre todos os times da competição.

 

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