Lucas Uebel/ Grêmio FBPA/ Divulgação
Lucas Uebel/ Grêmio FBPA/ Divulgação

Grêmio tem a maior e a menor viagem entre os brasileiros na Libertadores

Gaúchos viajarão perto de 12,3 mil km na fase de grupos; 4,6 mil km para jogar na Venezuela; e 713 km para duelo no Uruguai

Daniel Batista e Matheus Lara, O Estado de S.Paulo

22 de dezembro de 2017 | 07h00

Grêmio e Corinthians já conhecem seus três adversários na fase de grupos da Libertadores – Cruzeiro, Santos, Flamengo e Palmeiras ainda esperam os resultados da etapa preliminar. O time gaúcho viajará perto de 12,3 mil km, e tem o maior e o menor deslocamento entre os compatriotas, por enquanto. 

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O campeão da América terá longa viagem de ida e volta de mais de 4,6 mil km para atuar contra os venezuelanos do Monagas, em Maturín, a 500 km da capital Caracas. Fará quase um “bate-volta” em Montevidéu, no Uruguai, para enfrentar o Defensor. O trajeto tem de 713 km.

O Flamengo é o único que pode bater o Corinthians no deslocamento total na fase de grupos. Serão pelo menos 18,6 mil km para enfrentar River (Argentina), Emelec (Equador) e mais uma equipe que virá da preliminar. Se o Táchira passar, obrigará o time carioca a fazer 4,6 mil km para ir e voltar da Venezuela: se isso ocorrer, seriam cerca de 22 mil km de trajeto na etapa de grupos. Entre as outras equipes que podem entrar na chave dos cariocas, a viagem mais curta seria um deslocamento para o Chile, para enfrentar o Santiago Wanderers – a distância é de quase 3 mil km do Rio. A logística é importante porque os times perdem treinos e se desgastam em aeroportos e translados.

O Santos é, por enquanto, o time brasileiro que menos viajará. Para encarar o peruano Real Garcilaso, os argentinos do Estudiantes e mais um rival que virá da Pré, terá pelo menos 10,4 mil km de deslocamento. A maioria dos possíveis adversários está perto: Banfield, da Argentina (1,6 mil km), Nacional, do Uruguai (1,5 mil km) e a Chapecoense (722 km). O cenário só muda se o Independiente del Valle, do Equador, for o classificado: aí serão 4,3 mil km para ir e voltar do País, o que faria o deslocamento do Santos superar 17 mil km.

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