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Grêmio vence o Boyacá Chicó e confirma melhor campanha

No Olímpico, time não tem dificuldades para fazer 3 a 0; placar dá a vantagem da decisão em casa no mata-mata

Elder Ogliari, O Estado de S. Paulo

28 de abril de 2009 | 21h55

O Grêmio venceu o Boyacá Chico por 3 a 0 nesta terça-feira, em Porto Alegre, pela Copa Libertadores da América. Como conquistou 16 pontos, o clube brasileiro fecha a primeira fase como líder do Grupo 7 e também como melhor de toda a competição. Nessa condição, assegura a vantagem de fazer o jogo de volta em casa em todas as fases para as quais se classificar de agora em diante.

 

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O outro classificado do Grupo 7 é o Universidad de Chile, que derrotou o Aurora por 2 a 1, em Cochabamba, e chegou a dez pontos, superando o Boyacá Chicó, que estacionou nos nove pontos. O Aurora perdeu todas as partidas que jogou e não ganhou nenhum ponto.

 

O tricolor precisou de apenas um tempo, o primeiro, para nocautear o Boyacá Chicó. O time dominou o meio-campo, não dando espaços ao adversário, e foi impetuoso no ataque, com avanços constantes do ala Ruy e do meia Souza.

 

Nesse ritmo, levou apenas meia hora para estabelecer a vantagem folgada que manteve até o

 Grêmio 3
Victor; Léo, Réver e Rafael Marques    ; Ruy, Adílson, Tcheco     (Orteman), Souza e Fábio Santos (Jadilson); Jonas e Maxi Lopez (Alex Mineiro)
Técnico: Marcelo Rospide
 Boyacá Chicó (COL) 0
Velásquez; Tejera (Girón), Palácios, Garcia     e Madera; Tápía (Rada), Nuñez    , Caneo e Marco Perez (Durán), Ramirez e Pino   
Técnico: Alberto Gamero
Gols: Souza aos 12 e 17 e Léo, aos 29 minutos do primeiro tempo

Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai)

Renda: R$ 636.914,00

Público: 34.974 (31.110 pagantes)

Estádio: Olímpico, em Porto Alegre

final do jogo. Souza marcou os dois primeiros gols, aos 12 e aos 17 minutos. No primeiro, viu o goleiro adiantado e tocou por cobertura. No segundo, recebeu lançamento de Jonas e acertou uma bomba no canto de Velásquez.

 

Aos 29 minutos Tcheco cobrou falta, Réver desviou e a bola sobrou para Léo, livre, marcar.

 

No segundo tempo, o Grêmio tratou de administrar a vantagem. O Boyacá chegou a rondar a área tricolor e teve até um pênalti a seu favor, que Caneo cobrou e Victor defendeu. Garcia, Pino e Girón também tiveram chances de descontar, mas erraram suas conclusões.

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