Greve de funcionários da Portuguesa termina graças à cota de TV do Paulistão

Foram longos 25 dias, mas a greve dos funcionários da Portuguesa chegou ao fim nesta sexta-feira. O Tribunal Regional do Trabalho determinou em audiência na noite de quinta, que toda a cota recebida pelo clube para a disputa do Campeonato Paulista, de R$ 1,9 milhão, será destinada ao pagamento dos salários atrasados dos funcionários.

Estadão Conteúdo

16 de janeiro de 2015 | 19h05

Feliz com a determinação, o Sindicato dos Empregados de Clubes Esportivos e em Federações, Confederações e Academias Esportivas no Estado de São Paulo (Sindesporte) anunciou o término do movimento grevista.

O valor da cota do Paulistão é, segundo o próprio sindicato, suficiente para pagar os salários atrasados de novembro e dezembro, além do 13.º, que também ainda não tinha sido depositado.

O bloqueio da cota do Paulistão, por incrível que pareça, é uma conquista não só do Sindesporte, mas da própria Portuguesa. Ciente de que não teria dinheiro para pagar os atrasados, a diretoria informou a Justiça que precisaria das cotas da competição. O problema é que o ex-volante Marcus Vinicius de Souza tinha entrado com um pedido na Justiça exigindo o valor para que suas ações trabalhistas fossem pagas.

Sem o dinheiro da cota, a Lusa terá que recorrer a investidores de fora do clube para conseguir verba para as contratações da temporada. Até o momento, a direção não informou nenhuma novidade sobre parcerias. Mas garante que continua atrás disso.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolPortuguesa

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.