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Grupo do Botafogo se solidariza após Jobson ser punido por doping

Atletas acreditam em liberação para segundo jogo da final

Estadão Conteúdo

24 de abril de 2015 | 19h37

A suspensão de quatro anos por doping imposta pela Fifa ao atacante Jobson às vésperas da primeira partida da final do Campeonato Carioca caiu como uma bomba no Botafogo. Na tarde desta sexta-feira, o assunto foi tema recorrente nas entrevistas após o treino do time no campo anexo do Engenhão. Todos se solidarizam com o jogador, e alguns demonstraram confiança em liberação do atacante para o segundo jogo da decisão.

Jobson chegou a comparecer ao Engenhão, mas acabou liberado da atividade. "Foi surpresa para todos nós. Não tive chance de falar com ele, mas me falaram que os advogados dele estão buscando solução. Espero que tudo se resolva da melhor maneira possível", disse o atacante Rodrigo Pimpão. "Temos que usar isso como motivação. Ele nos ajudou o ano inteiro. Perder um jogador como ele agora... Temos que conquistar o título por ele. Faz parte do grupo e do elenco."

O gerente de futebol do clube, Antônio Lopes, disse que ficou sabendo da informação por meio dos advogados de Jobson, e afirmou ter confiança de que ele será liberado para a finalíssima. "Existe essa possibilidade de ele jogar a segunda partida. Eles (advogados) vão se movimentar para que o Jobson esteja presente até na primeira partida contra o Capivariano (pela Copa do Brasil). Eles vão entrar com efeito suspensivo da pena."

Já o técnico René Simões, que chegou a entrar em atrito com o atacante após Jobson reclamar de seguidas substituições, elogiou a postura do jogador nos últimos dias e falou sobre a importância dele para o grupo. "O Bill sentiu muito porque é quase um padrinho para o Jobson. Veio triste falar comigo. Fico feliz porque traz coisas legais. Jobson é muito querido pelo grupo. Legal ver essa mudança de comportamento."

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