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Guarani e Ponte se preparam para o dérbi

Em situações opostas dentro do Campeonato Brasileiro, Guarani e Ponte Preta também reagem de maneira diferente em relação ao 180º dérbi que será realizado domingo, às 18 horas, no estádio Brinco de Ouro da Princesa. Lanterna e ameaçado pelo rebaixamento para a Série B, o Guarani parece mais determinado a entrar em campo para outra "decisão", enquanto a Ponte, com chances de buscar uma vaga num torneio internacional em 2005 trata o clássico campineiro como um jogo comum. A diretoria bugrina resolveu isolar o elenco na cidade de Serra Negra (SP), longe do assédio da imprensa e da pressão da torcida.Além disso, repetiu o trabalho da semana passada, a primeira sob o comando do técnico Jair Picerni. Ele assumiu o desafio de tentar livrar o time do descenso com um discurso realista: "Se nem Santos e Atlético-PR devem ganhar sete jogos, será muito difícil a gente chegar nesta marca. Mas vamos tentar", promete. Dos 11 jogos que dirigirá o Guarani nesta temporada, Picerni precisa de sete vitórias. Uma já foi conquistada domingo quando superou o Cruzeiro, por 2 a 0, em Campinas. A diretoria pontepretana agiu diferente da rival. Mantém o esquema normal de trabalho, tratando o dérbi como um jogo normal. Com 53 pontos, em nono lugar e podendo sonhar com uma vaga na Taça Libertadores ou na Copa Sul-Americana de 2005, o grupo parece não ter motivação para tanto. O reflexo direto é comprovado nas palavras dos jogadores, sem aquela vontade extra de voltar a vencer depois de três derrotas consecutivas para Cruzeiro, São Paulo e Santos. "Nós precisamos vencer e vamos lutar para isso", diz o zagueiro Luís Carlos que deve voltar ao time após cumprir suspensão automática. Até o técnico Nenê Santana tem sido ponderado no discurso, mesmo tendo sido pressionado bastante após os últimos maus resultados. "Estamos aproveitando a semana para acertar o sistema de marcação e criar alternativas no ataque", diz o técnico, lacônico.

Agencia Estado,

20 de outubro de 2004 | 19h27

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