Guarani ganha novo ânimo para reagir

O empate por 3 a 3 com o São Paulo, sábado, no Morumbi, deu novo ânimo para o Guarani, que luta para fugir do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. "O que passou ficou para trás, sem querer analisar os ex-profissionais que passaram por aqui. Agora temos que pensar nos próximos jogos e no nosso futuro. É bola para frente...", afirmou o técnico Agnaldo Liz, que assumiu o time de Campinas justamente nesse último jogo - substituiu Lori Sandri. O resultado, porém, ainda não tirou o Guarani da zona do rebaixamento e nem da vice-lanterna, com apenas 24 pontos. Mas já serviu como um sinal de reação do time. A volta do experiente Viola também animou o grupo de jogadores, contrários ao seu afastamento, que durou oito jogos. O volante Sidney viveu a mesma situação, mas se transferiu para o Penafiel, de Portugal, antes que pudesse ter sido perdoado. Para o jogo contra o Atlético-PR, quinta-feira, em Curitiba, o técnico do Guarani não terá dois zagueiros, João Carlos e Juninho, suspensos com três cartões amarelos. Por outro lado, contará com o retorno de Carlinhos, que cumpriu suspensão. O outro zagueiro titular pode ser Gláuber, uma vez que Marcelão foi operado e Paulo André ainda se recupera de uma lesão no púbis. Explicações - O pênalti marcado a favor do Guarani no final do jogo de sábado, que lhe rendeu o empate no Morumbi, provocou acusações do São Paulo. Tudo porque a Federação Paulista de Futebol anunciou que irá ajudar o clube de Campinas para não deixá-lo ser rebaixado no Brasileiro. Mas o presidente do Guarani, José Luiz Lourencetti, tratou de acabar com qualquer suspeita. "A Federação vai nos ajudar antecipando recursos. O resto é com a gente e com os jogadores em campo", garantiu o dirigente.

Agencia Estado,

30 Agosto 2004 | 16h39

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